A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15) traz Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 45%. Os números representam um empate técnico entre os dois candidatos dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Em relação ao levantamento anterior, divulgado no último dia 8 de outubro, Flávio registrou uma queda de dois pontos: eram 49% na pesquisa anterior. O petista manteve o mesmo percentual de 45%.
Em votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, Flávio tem 51% e Lula 49%. Na última pesquisa, a diferença era de quatro pontos para o candidato do PL.
Confira os números:
- Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 49% na pesquisa anterior de 8 de outubro)
- Lula (PT): 45% (eram 45%)
- Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 5%)
- Indecisos: 2% (era 1%)
O Datafolha ouviu 2.520 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-00466/2026.
Segmento
A pesquisa também destaca que o candidato do PL lidera entre os evangélicos (62% a 29%), embora tenha oscilado sete pontos para baixo, dentro da margem de erro específica deste segmento, de quatro pontos percentuais. Lula vence o adversário também entre os católicos (52% a 42%).
No eleitorado feminino, Lula tem vantagem de nove pontos (49% a 40%), enquanto Flávio Bolsonaro fica à frente entre os homens (52% a 40%).
Aprovação do governo
O Datafolha mostra ainda que 49% dos entrevistados desaprovam o Governo Lula, ante 48% que aprovam. 3% disse que não sabe. Já sobre a avaliação da atual gestão: 41% acham ruim/péssimo; 35% enxergam ótimo/bom; 23% apontam para regular; e 1% não soube responder.
Indexa/Broadcast
Mais cedo, também foi divulgada a pesquisa Indexa/Broadcast, que traz Flávio com 44% das intenções de voto, contra 42% do presidente Lula, em uma simulação estimulada de segundo turno da eleição presidencial.
A diferença de dois pontos percentuais entre os dois políticos configura empate técnico, já que a margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Na simulação estimulada, os entrevistados recebem os nomes dos possíveis candidatos para indicar em quem votariam. Como a diferença entre os percentuais está dentro da margem de erro, os números não permitem afirmar que um dos dois esteja efetivamente à frente do outro.
