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Ceará fecha fevereiro com saldo positivo de 4.316 novos empregos

O resultado, conforme dados do Novo Caged, foi puxado pelos setores de serviço e construção civil
Foto: Tatiana Fortes/Governo do Ceará

O Ceará fechou o mês de fevereiro com um saldo de 4.316 novos empregos formais gerados. Segundo dados do Novo Caged, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, foram 54.784 admissões contra 50.468 desligamentos no mês de fevereiro no Estado. O resultado foi puxado por altas nos setores de serviço e construção civil.

No grupamento dos serviços, foram 27.639 admissões para 24.178 desligamentos durante o mês de fevereiro, o que resulta em um saldo de 3.461 novos empregos formais gerados no setor que engloba atividades econômicas focadas no atendimento à população e empresas.

Já na construção civil, o saldo foi de 1.425. No mês, foram 6.010 admissões contra 4.585 desligamentos.

Dos seis grupamentos, outro setor que teve resultado positivo foi o da indústria. Com 9.002 admissões e 8.608 desligamentos, o saldo foi de 394. O Estado tem buscado intensificar a sua industrialização, seja na capital ou na Região Metropolitana de Fortaleza, como no Porto do Pecém, ou no interior.

Três grupamentos, entretanto, tiveram saldos negativos. O setor da agropecuária, com o pior resultado, teve 1.426 desligamentos contra 861 admissões, o que dá um resultado de 565 trabalhadores formais a menos. No comércio, o saldo negativo foi de 397 (11.272 admissões contra 11.669 desligamentos). Já o último setor, que o Novo Caged aponta como “não identificado”, teve apenas dois desligamentos para nenhuma admissão.

Elmano comemora resultado

O governador Elmano de Freitas (PT), em suas redes sociais, comemorou o saldo, destacando que o Ceará teve o segundo melhor resultado dentre todos os estados da região Nordeste.

“O trabalho não para, atraindo mais empresas e fortalecendo as já instaladas em nosso estado para impulsionar a nossa economia e gerar ainda mais oportunidades para o povo cearense”, disse.

Ainda como acrescentou o chefe do Executivo estadual, o Estado alcançou, desde julho de 2025, um número maior de empregos com carteira assinada do que de beneficiários do Bolsa Família, pela primeira vez na sua história.