O setor industrial do Ceará colocou a infraestrutura energética entre os pontos de atenção em uma reunião realizada na terça-feira (18), na Casa da Indústria, em Fortaleza.
O encontro reuniu representantes da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) e da Enel para discutir questões que podem afetar a expansão da atividade produtiva.
O presidente da Fiec, Ricardo Cavalcante, recebeu o diretor de Relações Institucionais da Enel Brasil, Ronaldo Camargo. Também participaram o presidente da Enel Ceará, José Nunes; o diretor institucional da companhia no Estado, Gustavo Gracia; e o ex-presidente da Fiec, Fernando Cirino Gurgel.
A conversa teve como foco iniciativas na área de energia capazes de contribuir para o fortalecimento da indústria cearense.
Entre os assuntos esteve a necessidade de aproximar o setor produtivo da empresa responsável pela distribuição de energia elétrica no Estado.
INFRAESTRUTURA ENERGÉTICA
A infraestrutura energética ganhou destaque diante da necessidade de garantir condições para que empresas ampliem a produção e novos empreendimentos possam se instalar no Ceará.
Para a indústria, a oferta de energia com qualidade e segurança é um dos fatores que influenciam diretamente a operação das unidades produtivas.
A expansão da atividade industrial também entrou na pauta. O crescimento de fábricas e de outros segmentos da economia aumenta a demanda por infraestrutura e exige planejamento para acompanhar a evolução do consumo de energia.
Outro ponto discutido foi a construção de ações conjuntas entre o setor produtivo e a companhia.
A intenção é buscar alternativas que possam reduzir obstáculos relacionados ao fornecimento de energia e dar mais segurança para investimentos no Estado.
O tema ganha relevância, especialmente diante dos projetos de expansão econômica e industrial em andamento no Ceará.
Setores como indústria, comércio e serviços dependem de uma rede elétrica capaz de acompanhar o aumento da demanda sem comprometer a continuidade das atividades.
A reunião também reforçou a necessidade de manter o diálogo entre empresas e representantes da indústria para identificar gargalos e antecipar demandas de infraestrutura.
A expectativa é que as discussões possam resultar em medidas voltadas às necessidades do setor produtivo cearense.
