Pelo oitavo mês consecutivo, o Ceará registrou saldo positivo na geração de empregos. Em agosto, foram cerca de 9,3 mil novos postos de trabalho criados, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
Nesse período, o Ceará ficou com o segundo maior saldo de todo o Nordeste, atrás apenas de Pernambuco, que teve 13,4 mil novos empregos criados. Porém, o nosso estado tem o maior salário médio de admissão da região, em 2026.
O governador Elmano de Freitas (PT) celebrou os números e lembrou que, desde o início de sua gestão, em 2023, já são quase 200 mil novos postos de trabalho gerados. “Seguimos atraindo investimentos, fortalecendo nossa economia e criando caminhos para mais cearenses entrarem no mercado de trabalho”, celebrou nas redes sociais.
Dados nacionais
De acordo com o Caged, o Brasil criou 165.827 postos de trabalho com carteira assinada em agosto. O saldo é 183,1% maior em relação a julho, quando o país criou 58.568 empregos.
A criação de empregos subiu 7,2% em comparação a agosto do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 154.683 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.
Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em agosto, mas o principal destaque ficou por conta de Serviços (+110.346 postos). Em seguida aparecem Construção civil (+20.848), Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos (+16.613), Comércio (+16.565) e Agropecuária (+1.452).
