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Presidente da Fecomércio leva a ministro campanha pela Chapada do Araripe na Unesco

Em encontro com João Paulo Capobianco, Luiz Fernando Bittencourt apresentou projetos dos Museus Orgânicos e destacou a importância da preservação cultural e ambiental da região do Cariri
Luiz Fernando Bittencourt, presidente do Sistema Fecomércio Ceará, e o ministro João Paulo Capobianco durante encontro em Santana do Cariri sobre a candidatura da Chapada do Araripe a Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Foto: Reprodução/Fecomércio Ceará

O presidente do Sistema Fecomércio Ceará, Luiz Fernando Bittencourt, participou, nesta quarta-feira (5), de uma reunião com o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, no Museu Lavida, em Santana do Cariri, para fortalecer a campanha pelo reconhecimento da Chapada do Araripe como Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

Durante a agenda, o dirigente apresentou ao ministro o projeto dos Museus Orgânicos, iniciativa desenvolvida pelo Sesc Ceará em parceria com a Fundação Casa Grande, que busca preservar a memória, os saberes e os modos de vida das comunidades locais. Segundo Luiz Fernando, os equipamentos também contribuem para fortalecer a candidatura da Chapada ao reconhecimento internacional.

“Apresentamos ao ministro os Museus Orgânicos, projeto pioneiro do Sistema Fecomércio Ceará, desenvolvido pelo Sesc em parceria com a Fundação Casa Grande. Ao preservar a memória, os saberes e os modos de vida das comunidades, os museus também se tornam importantes instrumentos para fortalecer a candidatura da Chapada do Araripe a Patrimônio da Humanidade”, afirmou.

O encontro ocorreu no Lavida, primeiro Museu Orgânico da Agricultura Familiar da Chapada do Araripe. Instalado em uma propriedade rural, o espaço transforma o cotidiano das famílias do campo em patrimônio cultural, valorizando a relação das comunidades com o território, além de preservar práticas e conhecimentos tradicionais.

Além da visita ao museu, Capobianco também esteve na Fundação Casa Grande e no Museu Escola de Agrofloresta do Mestre Zé Artur. Durante a programação, o ministro ressaltou que o reconhecimento da Chapada do Araripe como Patrimônio da Humanidade pode ampliar a proteção ambiental e cultural da região, além de gerar novas oportunidades de desenvolvimento local a partir da biodiversidade e da riqueza histórica do território.