A Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) afirmou que as lesões do corpo da jovem Isabelle Caracristi são “compatíveis com o impacto contra o solo”. A estudante universitária foi encontrada morta no último domingo (13), no condomínio onde morava com o namorado e a família dele.
Ainda conforme a Perícia Criminal realizada pelo órgão, exames laboratoriais tiveram resultado negativo para substâncias de interesse toxicológico. Exames complementares estão sendo realizados. Conforme a Pefoce, o óbito de Isabelle ocorreu por volta das 20h40 de domingo.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) colheu o depoimento de quatro pessoas, além de outras quatro oitivas estarem agendadas. Além disso, as imagens de câmeras estão sendo analisadas.
“A SSPDS ressalta que seus órgãos vinculados – PCCE e Pefoce – têm empreendido esforços para elucidar o caso. Somente após a finalização dos trabalhos, será possível concluir a dinâmica da morte”, aponta, em nota.
Entenda o caso
Mesmo tendo ocorrido na noite de domingo, o caso só ganhou repercussão na sexta-feira (18), quando a mãe da vítima, a professora universitária Isorlanda Caracristi, divulgou um vídeo nas redes sociais cobrando explicações.
No relato da mãe, ela informa que tanto o namorado como a sogra de sua filha não retornaram nenhuma tentativa de contato, como também não se manifestaram desde a morte.
No vídeo de Isorlanda, ela relata que a filha, durante o tempo em que estava com ela, recebia muitas mensagens do namorado, ao qual ela atribui um comportamento controlador. A última vez que Isabelle respondeu às mensagens da professora universitária foi na tarde de domingo, antes de ir para a missa com o namorado.
Quando tentou contato com o namorado de Isabelle, ela percebeu que o seu contato estava bloqueado.
