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Transição energética e preservação da Caatinga: o que o Ceará está levando para a COP 30

A Sema liderou a definição de temas estratégicos a serem apresentados pelo Ceará na COP 30.
Entre as principais entregas do Governo do Estado do Ceará, está o lançamento do Inventário Estadual de Emissões de Gases de Efeito Estufa. Foto: Levy Dantas/ Opinião CE

O Governo do Ceará junto à Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima (Sema), apresenta na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém (PA), projetos sobre transição energética, preservação da Caatinga e inventário de poluentes.

Entre as principais entregas do Governo do Estado do Ceará, está o lançamento do Inventário Estadual de Emissões de Gases de Efeito Estufa e a apresentação do painel “Do Nordeste para o Mundo: o papel da Caatinga e do Hidrogênio Verde para a Transição Energética Justa”, que será liderado pelo Governador Elmano de Freitas.

A Sema coordena a Câmara Temática do Meio Ambiente do Consórcio Nordeste e liderou a definição de temas estratégicos a serem apresentados pelo Ceará na COP 30.

Junto aos estados nordestinos, o Governo do Estado do Ceará participa do lançamento do Plano Brasil Nordeste de Transformação Ecológica, iniciativa única e singular no mundo, que coloca a região um passo à frente na implementação da agenda climática global.

O secretária do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Ceará, Vilma Freire, destacou que a presença do Ceará na COP30 reafirma o compromisso do estado com uma agenda ambiental justa, inclusiva e baseada na ciência.

“Estamos apresentando ao mundo políticas públicas que unem sustentabilidade, participação social e inovação, mostrando que é possível crescer com responsabilidade climática”, afirma Vilma.

De acordo com o Governo do Ceará, a presença da Sema na COP30 reforça o protagonismo do Ceará na agenda ambiental global e apresenta ao mundo experiências exitosas do estado na construção e implementação de políticas públicas ambientais sobre temas como:

  • Educação ambiental;
  • Adaptação climática;
  • Gerenciamento costeira;
  • Agricultura sustentável;
  • Combate à desertificação.