Pesquisa CNT de Opinião, realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada na terça-feira (15), aponta que, em 68% dos domicílios brasileiros, todos os moradores das residências votam no mesmo candidato para a Presidência da República. O percentual é referente aos eleitores de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), que, segundo o levantamento, apresentam o mesmo valor numérico. Os dois são os candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto.
Na pesquisa, realizada de forma presencial com 2.002 eleitores de todo o País, os entrevistados responderam à pergunta “Com qual frase o(a) Sr.(a) mais se identifica em relação à votação para presidente da República das pessoas que moram no seu domicílio?”. A opção mais escolhida foi “Todos no mesmo candidato”.
A segunda posição para os eleitores dos dois principais candidatos foi “Quase todos no mesmo candidato”. O percentual foi de 9% entre os que vão votar em Lula e de 10% nos que optam por Flávio, diferença dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais e para menos.
Dos que votarão no petista, 7% afirmaram que metade dos que moram no domicílio votam no mesmo candidato; 3% escolheram a opção “Poucos no mesmo candidato” e 10%, “Apenas o entrevistado no mesmo candidato”. Parcela de 4% não soube ou não respondeu.
Já dos eleitores de Flávio, são 6% os que optaram por “Metade no mesmo candidato”; 2% apontaram que poucos votam no mesmo candidato e 9%, em “Apenas o entrevistado no mesmo candidato”. 5% não souberam ou não responderam.
Número de eleitores por domicílio
O levantamento também perguntou aos entrevistados quantos eleitores moram nos domicílios. A maior parcela, de 37,1%, é de dois eleitores, seguida por três eleitores, que são 20,9%.
Na terceira posição estão as residências com três eleitores, em 13,1%. Empatadas dentro da margem de erro estão as residências de apenas um eleitor, com 12,9%.
Em menos de 10%, estão residências com cinco eleitores (8,5%) e as que possuem seis ou mais eleitores (7,4%). Parcela de 0,1% dos entrevistados não informou o número de pessoas nas residências.
