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Mesmo internado para tratar de anemia, Eunício mantém pré-candidatura ao Senado

A informação foi do deputado estadual Danniel Oliveira, sobrinho de Eunício, que relatou ao Opinião CE, inclusive, que seu tio já falou ao senador Camilo Santana sobre a manutenção da sua pré-candidatura
Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados

O deputado federal Eunício Oliveira (MDB), mesmo internado para tratar de anemia em São Paulo, mantém a sua pré-candidatura ao Senado pelo estado do Ceará. A informação foi confirmada pelo deputado estadual Danniel Oliveira (MDB), sobrinho do parlamentar federal. Conforme Danniel, o seu tio deve passar de 15 a 20 dias internado.

Eunício anunciou na segunda-feira (29) que vai passar por um tratamento de saúde. Na ocasião, ele não havia explicado do que se tratava, mas que “logo estará de volta com a mesma disposição de sempre”. A informação de que se trata de uma anemia foi confirmada pelo Opinião CE junto a Danniel.

Ainda como relatou o deputado estadual, o pré-candidato ao Senado pretende voltar o quanto antes para tratar da sua pré-campanha. O parlamentar também afirmou que Eunício conversou com o senador Camilo Santana (PT), ocasião em que falou sobre a manutenção do seu nome como um possível candidato pela chapa governista.

Disputa pelo Senado

O político é um dos pré-candidatos ao Senado pela chapa governista, que vai contar com dois nomes. Além dele, também são cotados os nomes dos também deputados federais Júnior Mano (PSB) e Luizianne Lins (Rede), e o do já senador Cid Gomes (PSB), que poderia disputar a reeleição.

O governador Elmano de Freitas (PT), ao comentar sobre a situação da chapa majoritária, tem destacado a importância de manter a unidade, qualquer que seja a definição. Já o ex-governador e senador Camilo Santana (PT) tem sido mais direto, em defesa de que Cid seja candidato.

Cid, por outro lado, afirma que o acordo feito com Júnior Mano, de que ele seria o candidato ao Senado caso o partido tivesse uma vaga, segue mantido.

Já em relação a Luizianne, mesmo com a sua saída do PT, ainda há filiados ao partido que defendem que ela esteja compondo a chapa governista. A Rede, legenda à qual ela está filiada, é federada com o Psol. Nenhuma das duas siglas integra a base do Governo Elmano.

A previsão é de que, mesmo que não seja escolhida para compor a chapa governista, Luizianne mantenha o seu nome para a Câmara Alta do Congresso Nacional.