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Ceará tem mais de 42 mil pessoas do CadÚnico beneficiadas pelo Acredita no Primeiro Passo

O estado é a unidade da federação com o maior número de pessoas beneficiadas por repasses do Programa em um ano, os números superam R$ 338,48 milhões, com uma média de R$ 8 mil por operação, desde 2024
Com o lançamento do Acredita no Primeiro Passo no ano passado, 98,8% dos empregos gerados no país foram ocupados por pessoas inscritas no CadÚnico. Foto: Divulgação/ GOV.

No Ceará, 42.310 pessoas, inscritas no Cadastro Único, participaram das operações de microcrédito do programa Acredita no Primeiro Passo em apenas um ano de lançamento.

Os números superam R$ 338,48 milhões, com uma média de R$ 8 mil por operação.

O estado é a unidade da federação com o maior número de pessoas beneficiadas por repasses do Programa em um ano.

Como uma das iniciativas mais abrangentes de inclusão socioeconômica do Brasil, o programa registra mais de 169 mil operações de microcrédito, um repasse superior a R$ 1,5 bilhão para famílias inscritas no CadÚnico, desde 2024.

Conforme números do Sebrae e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, 2,5 milhões de pessoas inscritas no Cadastro Único abriram MEI após entrar no sistema do Governo do Brasil.

Como destaca o ministro do MDS, Wellington Dias, “ao oferecer oportunidades reais de capacitação, inserção no mercado e criar condições para as pessoas empreenderem”, o programa garante que jovens possam ter novos acessos e dignidade.

“Acreditar no primeiro passo é acreditar no poder da educação, na força da perseverança e na possibilidade de transformação social. É o Brasil dando a mão para sua população, mostrando que o futuro se constrói hoje”, ressalta Dias.

Do total, 68% foram destinados às mulheres, público prioritário da política pública. Nos municípios cearenses, do público total de beneficiários do CadÚnico, 30.057 eram mulheres e 12.253 eram homens.

CENÁRIO NACIONAL 

Em 2023, antes do programa ter sido instituído pela Lei nº 14.995, do total de postos de trabalho gerados no país, 1,05 milhão (53%) foram ocupados por beneficiários do Bolsa Família, e 418 mil (21%) por outros inscritos no CadÚnico, somando 74% das novas contratações.

“Esses números traduzem uma mudança estrutural: o trabalhador de baixa renda, antes invisibilizado, torna-se protagonista de uma nova fase da economia nacional, mais inclusiva e justa”, pontua o secretário de Inclusão Socioeconômica do MDS, Luiz Carlos Everton.

Com o lançamento do Acredita no Primeiro Passo no ano passado, 98,8% dos empregos gerados no país foram ocupados por pessoas inscritas no CadÚnico. Do total, 75,5% por beneficiários do Bolsa Família.

Já em 2025, entre janeiro e agosto, o Caged registrou 1,5 milhão de empregos formais, dos quais 1,25 milhão (83%) foram conquistados por pessoas inscritas no CadÚnico, incluindo 912 mil beneficiários do Bolsa Família.