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As propostas para combater as facções são grandes mentiras no Brasil

As propostas dos presidenciáveis para mudar o Brasil beiram a loucura. Na área da segurança, há a proposta...
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

As propostas dos presidenciáveis para mudar o Brasil beiram a loucura. Na área da segurança, há a proposta do candidato Renan Santos (Missão), que pretende construir uma bomba atômica. O objetivo seria fazer o Brasil sentar-se à mesa das grandes potências que possuem arsenal nuclear. “Seríamos respeitados”, sustentou. O mesmo presidenciável defende que a polícia atire para matar, uma espécie de sentença de morte à margem da lei.

Impressiona a facilidade com que adversários são acusados de entregar a máquina pública ao crime. Em Minas Gerais, o candidato do PT, Patrus Ananias, um homem sério, acusa o ex-governador e candidato à Presidência Romeu Zema de ter vendido a máquina pública e entregado o estado aos bandidos. O mesmo faz Fernando Haddad, candidato do PT ao Governo de São Paulo, ao acusar Tarcísio de Freitas de ter sido derrotado pelas facções e até de ter feito acordo para governar. No Rio de Janeiro, o candidato Eduardo Paes, do campo da esquerda e líder nas pesquisas, vai além: “Os governos de direita no Rio criaram as milícias e as organizações criminosas em troca do poder”.

A saída mais consistente para enfrentar o problema passa por uma construção coletiva que reuniu o Ministério da Justiça, o Ministério Público, as defensorias públicas, lideranças do Senado e da Câmara Federal e secretários de Segurança dos estados e municípios. A proposta tramita no Congresso Nacional há cerca de um ano e meio e ainda aguarda a conclusão da votação.

A PEC da Segurança Pública prevê a união entre Governo Federal, estados e municípios no combate ao crime. A estratégia inclui um serviço de inteligência capaz de identificar integrantes de facções, traficantes e chefes de organizações criminosas. Esse trabalho deve ser acompanhado de leis mais duras, para manter na cadeia os criminosos sem a concessão de benefícios.

A campanha chega ao rádio e à TV

É importante que o eleitor saiba do impacto da campanha eleitoral ao ligar, a partir desta sexta-feira, 28, o rádio e a televisão. Durante os próximos 35 dias, os candidatos estarão pedindo votos, informando o que fizeram e apresentando suas propostas. O eleitor precisa avaliar bem. O voto errado traz consequências graves para a vida do cidadão, de sua comunidade, de sua cidade, do estado e do país. Vote certo para não se arrepender depois.

Giordanna Mano explica por que foi premiada como gestora

Durante a inauguração de seu comitê em Fortaleza, Giordanna Mano explicou os motivos da candidatura a deputada federal: “Eu nunca enxerguei a gestão apenas como números. Eu enxerguei pessoas. Cada decisão precisava chegar à vida de quem mais precisava, principalmente de quem muitas vezes não tinha voz”. A ex-prefeita informou que recebeu 16 prêmios estaduais e nacionais durante seus dois mandatos em Nova Russas. Giordanna Mano é advogada, com atuação de destaque na OAB-Ceará.

Laís Nunes conquista apoio das colônias de pesca

O Ceará tem um modelo de organização da pesca artesanal em que os pescadores se reúnem em colônias localizadas em praias e às margens de rios, açudes e lagoas. Mais de 100 mil pessoas vivem da pesca e são representadas pelos dirigentes das colônias. O secretário da Pesca e Aquicultura, Oriel Nunes Filho, ampliou o número de associados dessas entidades.
A candidata a deputada estadual Laís Nunes firmou parceria com os pescadores. “Serei a voz do pescador na Assembleia Legislativa”, declarou.

Laís e Tainah percorrem o Ceará

O grupo de Romeu Aldigueri e Neto Nunes está fechado, em Icó, com as candidaturas de Tainah Marinho a deputada federal e Laís Nunes a deputada estadual. As duas aparecem entre as candidatas com expectativa de votação expressiva no Ceará. Tainah e Laís Nunes estão gastando as sandálias ao percorrer o Estado. As duas já visitaram mais de 80 municípios em busca de apoiadores. Aldigueri e Neto Nunes seguem o mesmo roteiro.

Forças federais

Há 20 anos, as eleições no Ceará contam com tropas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica nas ruas para garantir a segurança e a livre movimentação dos eleitores.

As forças estaduais ficarão responsáveis pela parte operacional nas ruas, prendendo quem promover boca de urna ou assediar os eleitores. No Ceará, não há registros de prisões em eleições.

Cerca de 66 municípios receberão forças federais. Militares das unidades do Ministério da Defesa instaladas no próprio Estado atuarão juntamente com a Polícia Militar e a Polícia Federal.

Luísa Cela busca votos em Fortaleza, Sobral e polos culturais

A ex-secretária da Cultura Luísa Cela tem um desafio: ser a segunda pessoa que passou pela pasta a se eleger para o Parlamento. O primeiro foi Paulo Linhares, brilhante ocupante do cargo.

Luísa tem um histórico político familiar respeitável. Seu pai, Veveu Arruda, foi prefeito de Sobral e hoje atua na Associação Bem Comum, além de integrar a rede de líderes da Fundação Lemann. Sua mãe, a ex-governadora Izolda Cela, dispensa adjetivos.

Além de Fortaleza, Luísa Cela busca votos em Sobral, sua base eleitoral, e em grandes polos culturais, como o Cariri, o Vale do Jaguaribe e o Centro-Sul.