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Rejeição a Flávio Bolsonaro aumenta para 48%; Lula mantém índice de 46%

A pesquisa Datafolha ouviu cerca de 2 mil pessoas, entre os dias 17 e 18 de junho, já absorvendo parcialmente os efeitos da operação da PF contra Jaques Wagner.
Fotos: Carlos Moura/Agência Senado e Ricardo Stuckert / PR

A pesquisa Datafolha, divulgada ontem (20), aponta que houve um aumento na rejeição ao pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL), em relação à última consulta, de maio deste ano. O índice de pessoas que afirmou que não votaria no senado saltou de 46% para 48%. A objeção ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se manteve em 46%. 

Com a margem de erro de 2%, Lula e Flávio estão tecnicamente empatados no índice de rejeição. Em seguida, aparecem Aécio Neves (PSDB), com 23%, Romeu Zema (Novo), com 17%, e Ronaldo Caiado (PSD), que tem 14%. 

Completam a lista de Renan Santos (Missão) e Rui Costa Pimenta (PCO), que aparecem com 12% de rejeição cada, Joaquim Barbosa (DC), que tem 11%, seguido por Samara Martins (UP), com 10%, Augusto Cury (Avante) registra 9%, Edmilson Costa (PCB) tem 8% e Hertz Dias (PSTU) com 7%.

Os que rejeitam todos ou não votaria em nenhum é de 1%. Já o índice de quem votaria em qualquer um é de 3%. Por fim, 3% afirmou que não sabe responder. 

A nova pesquisa absorveu parcialmente o efeito da operação contra Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, já que foi realizada na quarta (17) e quinta-feira (18), dia da operação da Polícia Federal que mirou o senador. 

O Datafolha ouviu 2.004 pessoas em 139 cidades entre os dias 17 e 18 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. E o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-09956/2026.