O Movimento por uma Revolução Solidária, grupo de políticos do Psol que conta com nomes nacionais como o ministro Guilherme Boulos e a deputada federal Erika Hilton, comunicou a sua decisão de permanecer filiado à legenda. Em nota, eles comunicaram a decisão, mas voltaram a defender que a rejeição de uma federação com o PT foi um “grave erro”.
O grupo comunicou ainda ter sofrido com “ataques públicos rebaixados” de outros filiados ao Psol. No texto, os psolistas apontam que os ataques vieram de pessoas que estão acostumadas a “apostar na eterna divisão da esquerda” e a “levar polêmicas internas para a rede social”, o que, segundo eles, desqualifica lideranças e posições.
“Nos movemos agora, como sempre fizemos, pela responsabilidade política para enfrentar os desafios atuais e futuros de um projeto popular para o Brasil”, acrescenta a nota.
No comunicado, o movimento aponta ainda que uma “saída imediata” tornaria “praticamente impossível ao partido ultrapassar a cláusula de barreira, levando à sua inviabilização institucional”.
Além de Boulos e Erika Hilton, também compõem o grupo nomes como:
- Luciene Cavalcante, deputada federal;
- Pastor Henrique Vieira, deputado federal;
- Natália Boulos, pré-candidata a deputada federal/SP;
- Carlos Gianazzi, deputado estadual/SP;
- Ediane Maria, deputada estadual/SP;
- Renata Souza, deputada estadual/RJ;
- Yuri Moura, deputado estadual/RJ;
- Dani Monteiro, deputada estadual/RJ;
- Bella Gonçalves, deputada estadual/MG;
- Rick Azevedo, vereador do Rio de Janeiro/RJ.
“Seguiremos debatendo nossos rumos políticos e partidários, motivados pela defesa da unidade do campo progressista contra o fascismo e por um projeto de esquerda que busque formar maiorias populares. Este projeto é liderado pelo presidente Lula e com ele estaremos lutando em cada canto do Brasil por sua reeleição”, completou.
