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Com Figueiredo cotado, PDT aguarda definição de Lula para discutir nome indicado ao Turismo

O ex-ministro Celso Sabino pediu demissão do Ministério após o União Brasil exigir que os seus filiados deixassem o Governo Lula; como ainda não há um posicionamento do Governo acerca da ocupação do espaço, o PDT não se reuniu para discutir nomes
André Figueiredo é presidente do PDT Ceará e já presidiu o partido a nível nacional. Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Após o pedido de demissão do ex-ministro do Turismo, Celso Sabino (União Brasil), os nomes começam a ser especulados para a pasta. Dentre os cotados, está o deputado federal cearense André Figueiredo (PDT).

Ao Opinião CE, a assessoria do deputado ressaltou que ainda não há nada oficial e que o partido ainda não se reuniu para conversar sobre a indicação, já que o Governo ainda não sinalizou se o espaço seria ocupado pelo PDT.

Figueiredo, aliás, já falou sobre a insatisfação da bancada federal pedetista em relação à falta de espaço da sigla no Governo ao Opinião CE.

Conforme ele, os partidos que apoiaram o presidente nas eleições de 2022 foram “colocados de lado”, enquanto legendas como o União Brasil, que já sinalizaram coligar com a oposição em 2026, ocupavam espaços maiores.

“Agora que poderíamos ter um espaço maior, não temos. Isso nos causa um incômodo. Partidos que são do mesmo campo ideológico, partidos que têm uma história de estarmos lado a lado com o PT, de repente, sermos colocados de lado para favorecer partidos que não estarão com Lula nas eleições de 2026”, disse ele, no último mês de abril.

O PDT, desde a saída do dirigente partidário Carlos Lupi do Ministério da Previdência, tem buscado mais espaço no Governo do presidente Lula (PT). Atualmente, a legenda conta com Wolney Queiroz na Previdência e com Waldez Góes na Integração. Waldez, no entanto, é indicação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil).