O ministro da Educação, Camilo Santana (PT), mostrou preocupação com o corte que o Congresso Nacional aplicou ao orçamento da pasta para este ano de 2025. A Lei Orçamentária Anual (LOA) enviada pelo presidente Lula (PT) previa quase R$ 230 bilhões para a Educação. No Legislativo, no entanto, a pasta sofreu um corte de R$ 2,7 bilhões. Segundo Camilo, ele vem discutindo, com Lula, como criar mecanismos para evitar os cortes no orçamento.
Aprovado no Congresso em março, o Orçamento de 2025 foi sancionado na semana passada, com dois vetos de Lula. Mesmo com o corte do Ministério da Educação (MEC), Camilo afirmou que vem trabalhando internamente para garantir o recurso com recomposição da inflação às universidades federais. De acordo com ele, nos últimos dois anos, o Governo vem fazendo um esforço para garantir a recomposição de “tudo o que foi cortado pelo Congresso dos orçamentos das Universidades”.
“Trabalhamos nesse sentido para garantir que as Universidades possam ter a garantia de seus recursos para o bom funcionamento do serviço à população”, disse o ministro.
O ministro falou sobre o assunto durante assinatura das ordens de serviço para o início das obras do Campus Iracema da Universidade Federal do Ceará (UFC) e do novo Hospital Universitário da instituição, nesta quarta-feira (16). Conforme o titular do MEC, nenhum presidente da história do Brasil investiu tanto em Educação e nas Universidades quanto Lula, o que, como completou Camilo, não é diferente nesse terceiro mandato do petista à frente do Palácio do Planalto.
