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Câmara de Fortaleza aprova sessão solene pelos 60 anos do curso de Jornalismo da UFC

O requerimento é de autoria do vereador João Aglaylson (PT), que propõe a realização de uma sessão solene em homenagem aos 60 anos do curso
Criado em 1965, o curso nasceu da mobilização de nomes históricos como Adísia Sá e Antônio Carlos Campos de Oliveira (Foto: Reprodução/ Instagram)

A Câmara Municipal de Fortaleza aprovou, nesta semana, o requerimento nº 7.907, de autoria do vereador João Aglaylson (PT), que propõe a realização de uma sessão solene em homenagem aos 60 anos do curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Criado em 1965, o curso nasceu da mobilização de nomes históricos como Adísiae Antônio Carlos Campos de Oliveira, após o sucesso do curso livre de Jornalismo promovido pela Associação Cearense de Imprensa. A partir dessa iniciativa pioneira, a UFC consolidou-se como um dos principais centros de formação jornalística do Nordeste, sendo responsável por preparar diversas gerações de comunicadores que hoje atuam em diferentes segmentos da mídia e da assessoria institucional.

Segundo dados de 2017, o curso já havia formado cerca de 1.100 jornalistas, somando egressos das graduações de Comunicação Social, Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo e o atual Curso de Jornalismo.

Para o vereador Aglaylson, a homenagem representa o reconhecimento de uma trajetória marcada pela dedicação à verdade e à formação crítica.

“Ser jornalista é carregar consigo uma das maiores responsabilidades: levar informação e conhecimento. É ter coragem e preparo para noticiar os fatos de forma clara e acessível, sempre preservando a imparcialidade e a veracidade”, destacou.

O parlamentar ressaltou ainda que a sessão solene será um momento de celebração e reflexão sobre o papel da comunicação na sociedade contemporânea.

Reconhecer os 60 anos do curso é valorizar a universidade pública e seu papel transformador, além de destacar os profissionais que diariamente constroem pontes entre a realidade e a sociedade, seja nas páginas de um jornal, nos discursos políticos ou nas redes sociais”, apontou.