A política do Ceará, suas zonas de liderança e as mudanças provocadas pela internet estão em debate. Até que ponto, nos tempos atuais, ainda prevalecem o coronelismo, o voto de cabresto e o curral eleitoral?
Não se deve avaliar a política do Ceará sob a ótica da traição e da desmoralização da classe política. Cada líder sabe o que deseja e conhece seu plano eleitoral. O dilema atual é saber o que pensa o eleitor.
É histórico o debate político nos municípios e nos âmbitos regional e estadual. Cada voto tem que ser conquistado. Cada região tem um estilo característico e o eleitor, uma forma de conviver com a política.
Conquistar o voto na base, atualmente, é um jogo complexo, muitas vezes marcado por relações históricas. A internet mudou muitas rotas na política, garantindo a liberdade do eleitor por meio da informação. A influência digital pode mudar não só o eleitor, mas, de forma geral, a prática política.
Há uma frase comum na política: “Porteira fechada!”
O líder político é quem tem poder. Indica pessoas para cargos como os de secretário e ministro. Prestígio é o fator essencial.
No jargão político brasileiro, o termo “porteira fechada” significa a entrega do controle total de um ministério, estatal ou órgão público a um partido político ou bloco aliado, dando a ele o poder de nomear as diretorias, secretarias e cargos secundários daquela estrutura. Na base, simboliza poder e liderança.
Na eleição de 2026, estamos assistindo à apartação entre o eleitor e o político em razão de um fator da atualidade: a tecnologia. O eleitor tem alto grau de consciência e informação sobre a classe política, embora no mundo digital não seja tão fácil fugir de conceitos construídos e inverdades.
A Justiça em julgamento
A famosa imagem na entrada do Supremo Tribunal Federal (STF) não é um quadro, mas uma escultura em granito chamada “A Justiça”.
Criado pelo artista plástico mineiro Alfredo Ceschiatti em 1961, o monumento fica localizado na Praça dos Três Poderes, em Brasília, bem em frente ao edifício-sede da Corte. A obra é inspirada na figura da mitologia grega Têmis, a deusa da Justiça e das leis.
Os olhos vendados simbolizam a imparcialidade da Justiça, a ideia de que o julgamento deve ser cego às aparências, às riquezas ou ao status social, tratando todos igualmente perante a lei. A espada representa a força, a autoridade e o poder necessários para impor o direito e fazer cumprir as decisões.
Ao contrário de outras representações tradicionais da deusa da Justiça, a escultura de Ceschiatti não possui uma balança. Em vez disso, ela aparece sentada, com a espada repousando sobre o colo.
Na internet, a imagem da deusa está à venda em uma ação de opositores ao Judiciário. Os ministros passam, a Justiça fica. Os 10 ministros do STF encontrarão a saída para solucionar a crise, que não é da Justiça, mas de seus membros.
Delta do Parnaíba é um dos atrativos do turismo nordestino
Entre o Piauí e o Maranhão, o rio Parnaíba se abre em cinco braços e forma um arquipélago com mais de 70 ilhas: o Delta do Parnaíba. Dunas, manguezais e ilhotas compõem a paisagem e atraem visitantes.
O destino integra a Rota das Emoções, roteiro que reúne os Lençóis Maranhenses, o Delta do Parnaíba e Jericoacoara, aproximando atrativos turísticos do Maranhão, do Piauí e do Ceará.
Fagner celebra 77 anos com show no São Luiz
O cantor Raimundo Fagner faz show no dia 12 de outubro, às 19h, no Cineteatro São Luiz, em Fortaleza, na véspera de completar 77 anos. No espetáculo “Floriano Peixoto 1949”, o artista revisita memórias da infância, histórias da família e sua trajetória musical.
Fagner voltará ao Ceará no final do ano para abrir o Natal de Luz do Ceará, promovido pela CDL e pelo Governo do Ceará, na Praça do Ferreira.
