O eleitor está começando a se interessar pela eleição. As pesquisas mostram que, no dia 15 de agosto, 46% dos brasileiros estavam acompanhando informações sobre a eleição. Agora, já são 61%.
O mês de setembro é decisivo porque o eleitor vai se informando, avaliando nomes e avaliando onde depositar seu voto. As pesquisas eleitorais acompanham a movimentação dos eleitores, que estão divididos entre direita, centro, conservadores, centro-esquerda e independentes.
Na lista dos candidatos a serem avaliados, há vários tipos na prateleira: os com serviços prestados, os que já têm ou tiveram mandatos e os que nada fazem e usam a internet para atacar pessoas e órgãos públicos e conquistar votos, apresentando-se como salvadores das comunidades. A oferta está à disposição do eleitor, que tem o poder de decidir.
Na corrida eleitoral, o eleitor parece não se importar com as campanhas na rua ou na internet. Simplesmente, 60% declaram que decidirão em quem votar duas semanas antes da eleição. Mas, entre esses eleitores que se apresentam como indecisos nos levantamentos, os estatísticos já alcançam seus segmentos e tendências.
O Banco Master tem o STF sob controle, avalia o mercado financeiro
Os processos que investigam o Banco Master estão travados no Supremo Tribunal Federal e se arrastam nos gabinetes dos ministros. O trabalho da Polícia Federal é prejudicado, e os inquéritos não são concluídos.
Está provado, até aqui, que o senhor Daniel Vorcaro tem seu DNA em vários negócios nos quais ministros do STF ou seus familiares estão envolvidos. Talvez aí esteja a explicação para a grande proteção ao Master.
O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, já sinalizou preocupação com o envolvimento de seus ministros com Vorcaro. “Precisamos preservar o STF”, declarou, ao defender a separação entre o Poder Judiciário e as ações políticas e os negócios de seus ministros.
Crise do STF tem influência na eleição
O caso Banco Master envolve operações relacionadas a recursos de prefeituras, estados, fundos de previdência, órgãos do Judiciário e instituições públicas, como o BRB, banco público de Brasília que enfrenta uma grave crise. O episódio está alimentando o processo eleitoral e provocando desgaste nas disputas pela Presidência, pelos governos estaduais, pelo Senado e pela Câmara.
Nas redes sociais, o escândalo envolvendo ministros do STF ocupa grande espaço e aparece frequentemente associado ao processo eleitoral. A repercussão evidencia uma ligação cada vez maior entre os debates sobre a Corte e a política.
Ministros do STF entram no debate político
Alexandre de Moraes, André Mendonça, Nunes Marques, Flávio Dino, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Edson Fachin estão entre os ministros mais mencionados nas publicações que relacionam o STF a interesses econômicos e políticos. As citações fazem parte do debate eleitoral. Integrantes do STF são mencionados e chegam a se pronunciar sobre temas relacionados a personagens que estão na disputa.
André Mendonça deixa sociedade de instituto e confirma encontro com Vorcaro
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), anunciou que deixará a sociedade do Instituto Iter, fundado pelo magistrado. A instituição foi criada para oferecer cursos jurídicos e de aperfeiçoamento pessoal. A ideia é que ela se transforme em uma entidade sem fins lucrativos.
Segundo informações divulgadas, o instituto firmou contratos que somam R$ 10,8 milhões. Somente com o Governo e a Prefeitura de São Paulo, em 2025, foram R$ 2 milhões. Os contratos deverão ser renovados em 2026. “Serei apenas professor”, disse o ministro.
André Mendonça também confirmou uma reunião com o presidente do Banco Master. Segundo o magistrado, o advogado de Vorcaro, responsável por promover o encontro, ofereceu-lhe ternos e o levou a um alfaiate em São Paulo, após uma conversa na sede do instituto.
Alexandre de Moraes silencia sobre conversas com Vorcaro
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, está em silêncio sobre os diálogos com Daniel Vorcaro colocados pelo ministro André Mendonça em relatório.
Os monólogos mostram possíveis conversas sobre uma possível fuga de Vorcaro do país dois dias antes de sua prisão. Nos diálogos, não constam respostas de Alexandre de Moraes.
A disputa entre Mendonça e Moraes envolve questões políticas. Mendonça é ligado a Bolsonaro, enquanto Alexandre de Moraes é visto como legalista e foi o juiz que conduziu o processo da tentativa de golpe, contestado por Mendonça e visto como um julgamento político.
Anízio Melo protesta contra divisão do Fundo Eleitoral
Os partidos políticos criaram critérios para repassar recursos do Fundo Eleitoral aos candidatos. Os detentores de mandatos recebem mais, parentes de dirigentes partidários também são privilegiados, enquanto os candidatos que disputam pela primeira vez recebem menos. Para deputado federal, quem tem mandato recebe R$ 2 milhões, um novato, R$ 80 mil. O presidente da Apeoc, Anízio Melo, candidato a deputado federal, recebeu R$ 80 mil, protestou, e o valor será revisto por ele ter potencial para se eleger. Cada partido tem um grupo que cuida da divisão do dinheiro. Deve haver muita marmota na divisão do Fundo Eleitoral.
Lula em Juazeiro vai encontrar romeiros
A visita de Lula a Juazeiro do Norte é estratégica por ser a cidade a porta de entrada do Cariri, território político de Camilo Santana, Yuri do Paredão, Davi de Raimundão, Fernando Santana, Zé Ailton Brasil, Cid e Guimarães, além de ser uma cidade de eleitores conservadores onde o PT vence eleições majoritárias. Juazeiro do Norte está vivendo a Romaria de Nossa Senhora das Dores. Lula vai encontrar romeiros do Nordeste.
