Thalita Tavares Caturelli Passoni não passava despercebida. Jornalista, ela ficou conhecida pela atuação no esporte, pela gargalhada contagiante, pelo profissionalismo e pela energia que conquistava quem estava ao seu redor. Thalita morreu na madrugada desta quarta-feira, em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, onde morava com a família.
Natural de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, Thalita chegou a Palmas, no Tocantins, em 2007. No início da carreira no estado, passou a cobrir campeonatos amadores e categorias regionais. Na TV Anhanguera, ao lado do jornalista e policial civil Alexandre Alves, ajudou a construir um estilo de jornalismo esportivo que cativava famílias inteiras durante o horário do almoço.
Carinhosamente chamada de “Japinha” pelos colegas de redação, Thalita encerrou seu ciclo no Tocantins em 2013 e se mudou para Maceió. Ela também apresentou o Globo Esporte Tocantins e comentou esportes na CBN Tocantins. Além da carreira no jornalismo, Thalita fundou e idealizou o Espaço Júnior, Centro Especializado em Autismo batizado em homenagem ao filho de 10 anos que deixa.
O instituto lamentou a morte da jornalista com uma homenagem. “Quem conviveu com ela sabe da força que ela era. Uma mulher de energia rara, que não passava despercebida em lugar nenhum, e que foi exemplo nos mais diferentes sentidos.” A pedido da própria Thalita, não haverá velório. O sepultamento será realizado de forma reservada pela família.
