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13 de julho de 2024

Wagner pede licença da Câmara para concorrer ao Governo do Ceará

Em nota, o parlamentar disse que este “é o maior desafio de sua vida”.
Foto: Reprodução/Câmara Federal

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O deputado federal cearense Capitão Wagner (Pros) pediu licença da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (15), por um período de quatro meses, para disputar as eleições de outubro próximo. O deputado federal suplente Nelho Bezerra (Pros), de Iguatu, na região Centro-Sul, deve assumir a cadeira. Wagner é pré-candidato ao Governo do Estado e principal nome da oposição no Ceará. Em nota, o parlamentar disse que este “é o maior desafio de sua vida”.

“Esse é o maior desafio da minha vida, portanto, preciso de dedicação em tempo integral para ouvir os cearenses, construir um plano de governo com propostas que tragam efetivamente a resolução para os problemas do nosso Ceará”, pontuou. O parlamentar é cotado para o controle estadual do União Brasil, partido com maior fundo eleitoral e tempo de televisão. Na nota, Wagner já relata que precisará “trabalhar com afinco” para organizar partido em todo o Ceará

Com a abertura da janela partidária, no último dia 3, as movimentações se tornaram mais intensas. O OPINIÃO CE já havia adiantado que ao menos quatro nomes do PSDB deixariam a legenda para entrar no União Brasil. Entre eles, o prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa; e sua filha, a deputada estadual Fernanda Pessoa. O também deputado estadual Nelinho era aguardado, mas o parlamentar se filiou ao MDB na última semana. O movimento foi visto com “surpresa” por aliados, apurou a reportagem. Outros nomes esperados são do deputado estadual Soldado Noelio (Pros) e Tony Brito (Pros); e do deputado federal Danilo Forte (PSDB).

Câmara Federal

Wagner foi o deputado federal cearense mais votado em 2018. Segundo o parlamentar, nos três últimos anos, seu mandato destinou mais de R$ 135 milhões em recursos para o Ceará, tendo apresentado 571 propostas legislativas entre os anos de 2019 a 2021. O deputado também destaca a relatoria da Medida Provisória (MP 885), hoje, lei 13. 886/19, visando a apreensão e leilão dos bens dos traficantes. O parlamentar aponta ainda a articulação junto ao Governo Federal.

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