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União Brasil não deve liberar filiados nas eleições de 2026 em meio à divisão entre base e oposição

O Diretório Estadual do União Brasil afirmou que não vai liberar os seus filiados para as eleições de 2026 no Ceará. Nesta terça-feira (17), o presidente Capitão Wagner reafirmou que, para o pleito, a legenda vai compor a coligação de oposição ao governador Elmano de Freitas (PT).

Questionada pelo Opinião CE, a presidência destacou que “a Nacional não vai liberar ninguém, assim como a Estadual”, em relação ao posicionamento das duas executivas para a disputa eleitoral.

No Ceará, apesar de Wagner e outras lideranças serem oposicionistas, o grupo do prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa — relevante dentro do partido — é alinhado ao governo. Além dele, integram o grupo nomes como o deputado estadual Firmo Camurça e a prefeita de Pacatuba, Larissa Camurça, ambos filiados ao União Brasil.

O diretório do partido reiterou que, em um cenário hipotético em que tais nomes estivessem no palanque governista, o caso seria de infidelidade partidária. A reportagem perguntou sobre a hipótese, à qual o partido respondeu: “Isso [, seria infidelidade partidária], a legislação eleitoral é clara quanto a isso”.

A legislação eleitoral define que, em caso de infidelidade partidária apontada pelo partido, cabe às próprias legendas aplicar ou não sanções.