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Polícia Civil capturou 242 membros de grupos criminosos que atuavam no Ceará em 2023

Dos membros apreendidos, 32 ocupavam papel de chefia dentro dos coletivos criminosos que atuam no Estado
Foto: Divulgação/SSPDS

A Polícia Civil do Ceará capturou 242 pessoas envolvidas em grupos criminosos que atuavam no Estado, em 2023. A partir de investigações aprofundadas e diligências dentro e fora do Ceará, a ação culminou nas prisões dos membros. Ao todo, dentre os alvos, 32 pessoas ocupavam papel de chefia dentro das organizações. Os números apresentam, ainda, que, só em 2023, 47 armas de fogos foram apreendidas desses grupos, bem como 1.850 munições de diversos calibres foram retiradas de circulação.

As ofensivas são coordenadas pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas (Draco), unidade especializada da Polícia Civil do Estado Ceará, que trabalha de forma ininterrupta com foco em desmembrar e descapitalizar grupos criminosos que atuam na comercialização do tráfico de drogas, bem como envolvidos em lavagens de dinheiro e homicídio. 

O número de prisões de componentes de organizações criminosas aumentou para 64,63%, em 2023. Para o delegado titular da Draco, Alisson Gomes, o aumento das capturas está ligado diretamente ao trabalho qualificado da Polícia Civil.

“O aumento dessas prisões representa o êxito das estratégias da Polícia Civil do Ceará, de buscar mapear membros de grupos criminosos, como seus referidos chefes. Bem como promover o sufocamento financeiro e o aumento dos índices de prisões, de apreensões de arma de fogo, e isso representa um grande baque nestes grupos criminosos”, destaca.

DESCAPITALIZAÇÃO

Muitas vezes adquirido com a comercialização do tráfico de drogas, os criminosos investem o lucro financeiro em imóveis, carros de luxo, entre outros objetos para facilitar a lavagem de dinheiro. Com aprofundamento das investigações foram apreendidos em 2023, 42 veículos, avaliados em pouco mais de três milhões. Os números da Draco apresentam, ainda, que 47 armas de fogo foram retiradas de circulação, um aumento de 147,37% comparado ao ano de 2022, que teve apenas 19 armas de fogo apreendidas pelos investigadores e mais de mil munições de diversos calibre. Ao todo, totalizam-se mais de sete milhões de bens apreendidos.