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“Asfixia por afogamento” foi a causa da morte de criança que desapareceu na Uece

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) divulgou a conclusão do laudo nesta quinta, 7
Foto: Reprodução

O menino Heitor Viana Kobayashi Silva, de apenas 9, que desapareceu na Universidade Estadual do Ceará (Uece) na última quarta-feira, 6, morreu por “asfixia por afogamento, sem sinais de violência”, concluiu a Perícia Forense do Ceará (Pefoce). O corpo da criança foi encontrado em uma lagoa próximo ao local do desaparecimento, nesta quinta-feira, 7.  A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) divulgou a conclusão do laudo no mesmo dia.

“O corpo da criança, de nove anos, foi localizado e retirado de uma lagoa no bairro Itaperi – Área Integrada de Segurança 5 (AIS 5) de Fortaleza, na manhã desta quinta-feira, 7, por mergulhadores do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE). O corpo já foi liberado pela Pefoce para a família”, diz a nota.

Desde o anúncio do desaparecimento, o caso ganhou grande repercussão. Após a confirmação da morte, a Reitoria da Uece declarou luto oficial de três dias e informou “que está prestando todo o apoio necessário à família, com a qual se solidariza neste difícil momento de dor”. O corpo da criança foi encontrado por mergulhadores do Corpo de Bombeiros do Ceará sem marcas aparentes de violência. Heitor era autista não verbal, e filho de uma aluna do curso de Terapia Ocupacional na universidade.

O CASO

A criança desapareceu na quarta, 6, após ter destravado a porta de um veículo estacionado no campus da Uece. O menino estava com sua tia, que não teria percebido. O perfil Desaparecidos do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, chegou a compartilhar a imagem de Heitor, nesta quarta-feira. Trabalhavam nas buscas uma equipe de servidores da Uece, juntamente com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. Cães farejadores e helicópteros também ajudaram na ação.