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Brasil amplia acesso, reduz desigualdades e fortalece o SUS em todo o território nacional

Entre 2023 e 2025, ações estruturantes do Governo Federal expandem atendimentos, aceleram cirurgias, reforçam a atenção básica, investem em infraestrutura e colocam o país em posição de destaque na saúde pública global
Número de profissionais do programa Mais Médicos dobrou. Atualmente, são cerca de 27 mil em atuação, principalmente em áreas de maior vulnerabilidade. Foto: Rafael Nascimento/ Ascom MS

O Governo do Brasil consolidou, entre 2023 e 2025, um conjunto de ações que recolocou a saúde pública no centro das políticas nacionais. O foco esteve no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), na ampliação do acesso aos serviços e na redução das desigualdades regionais.

O período também foi marcado por reconhecimento internacional. Em dezembro, o País recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) a certificação de eliminação da transmissão do HIV de mãe para filho, tornando-se o primeiro da América do Sul a alcançar o marco.

A estratégia combinou retomada de programas, valorização de profissionais e investimentos em infraestrutura, ampliando a presença do Estado em regiões com maior vulnerabilidade social.

CIRURGIAS E ESPECIALISTAS

O SUS registrou, em 2025, recorde histórico de cirurgias eletivas, com mais de 14,5 milhões de procedimentos, crescimento de 37% em relação a 2022. O resultado reflete a redução das filas e a ampliação do acesso à atenção especializada.

O programa Agora Tem Especialistas integrou mutirões, carretas, ampliação de horários e parcerias com hospitais universitários e privados. A iniciativa contabilizou mais de 150 mil procedimentos em mutirões, além de cirurgias oftalmológicas, mamografias e milhões de teleatendimentos.

Arte: Ascom MS

O provimento de especialistas superou a meta inicial, com 577 médicos distribuídos em 187 municípios.

ATENÇÃO BÁSICA

O Mais Médicos, relançado em 2023, praticamente dobrou de tamanho, passando para 27,3 mil profissionais em atuação. A ampliação fortaleceu a Atenção Primária e contribuiu para a redução de internações evitáveis em cerca de 4,5 mil municípios.

Entre 2022 e 2025, os atendimentos na Atenção Primária cresceram 30%, superando 31 milhões por ano. Nas áreas indígenas, o número de médicos mais que dobrou, ampliando o acesso ao cuidado.

O País chegou a mais de 60 mil equipes de Saúde da Família e de Atenção Primária em funcionamento.

ESTRUTURA E PROGRAMAS

A rede do SUS alcançou 45,7 mil unidades básicas de saúde com custeio federal. A atuação foi reforçada por mais de 273 mil agentes comunitários de Saúde e 68 mil agentes de combate às endemias.

O Brasil Sorridente expandiu o atendimento odontológico para mais de 34 mil equipes em mais de 5 mil municípios, com uso de unidades móveis. O Farmácia Popular passou a ofertar todos os medicamentos e insumos de forma gratuita, atendendo 27 milhões de pessoas.

Foto: Rafael Nascimento/ Ascom MS

OBRAS, VACINAS E PREVENÇÃO

Os investimentos em infraestrutura avançaram com o Novo PAC, que destinou R$ 31,5 bilhões à saúde e financiou mais de 3,2 mil obras entre 2023 e 2025. A renovação da frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a ampliação da Telessaúde reforçaram a capacidade de atendimento.

O Brasil registrou a menor taxa de mortalidade por aids em 32 anos e retomou o crescimento da cobertura vacinal, com aumento em 15 das 16 vacinas do calendário nacional. Novos imunizantes passaram a integrar o SUS, como os destinados à prevenção da bronquiolite e da dengue.

O combate à desinformação tornou-se frente estratégica, com campanhas educativas e ações para proteger a saúde pública.