O presidente do Ceará, Robinson de Castro, assegurou nesta segunda-feira, 17, que permanecerá no cargo ao menos até o fim da Série A de 2022. O mandatário reconheceu ser o principal responsável pelo atual momento do clube no Brasileirão, no qual o Alvinegro ocupa a 16ª posição – último antes do primeiro para o Z-4 –, mas afirmou ser necessário no comando da diretoria.
“Estou pensando no clube. Até o dia 13 de novembro, nesses próximos seis jogos, eu tenho que dar o meu melhor. Tenho que blindar os atletas para que a gente consiga nosso objetivo e daí em diante a gente repensa”, disse Castro em entrevista à Rádio Verdes Mares.
Por conta das más atuações do time na competição, eliminações ao longo da temporada e situação complicada na parte final da Série A, o direigente alvinegro é alvo de constantes protestos da torcida do Ceará. Durante entrevista, Robinson disse ser normais as críticas. “Eu sou o grande responsável por isso e não transfiro a responsabilidade para ninguém. Por ser o responsável, tenho que estar no clube neste momento“, afirmou.
Confusão
Em confronto direto na briga contra o rebaixamento diante do Cuiabá, neste domingo, 16, a Arena Castelão foi alvo de ações de vândalos na torcida alvinegra. Após confusão generalizada, a Secretaria do Esporte e Juventude (Sejuv) convocou uma reunião para esta segunda-feira com representantes da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) e da Federação Cearense de Futebol (FCF). O objetivo é indentificar e punir os autores dos atos de vandalismo ocorridos durante partida.
Em nota divulgada à imprensa na noite deste domingo, a Sejuv lamentou e repudiou os atos de violência registrados na partida entre Ceará e Cuiabá. Já a Secretaria da Segurança Pública informou que as Forças de Segurança autaram para conter a invasão. Por conta da confusão, a partida foi encerrada antes dos 90 minutos por “insegurança”. O confronto entre Ceará e Cuiabá, times que estão em situação delicada no campeonato, terminou empatado em 1 a 1.
