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Roberto Cláudio chama de “teatro montado” e “de muito mau gosto” saída de Evandro do PDT

Foto: Reprodução/Intagram/Roberto Cláudio

O ex-prefeito Roberto Cláudio (PDT) usou as redes sociais para comentar o processo de saída do presidente da Assembleia Legislativa, Evandro Leitão, do PDT. Ex-aliado, Roberto Cláudio classifica o episódio como “teatro montado” e “de muito mau gosto”. Nesta terça, 29, Evandro anunciou, na tribuna, sua desfiliação da agremiação, dizendo se sentir “perseguido” pela direção nacional do partido. A direção nacional do PDT, comandada pelo deputado federal André Figueiredo, aliado de Roberto, judicializou a questão.

Roberto Cláudio é o atual presidente municipal do PDT em Fortaleza.

“Todo esse teatro montado para a saída do deputado estadual Evandro Leitão do partido é de muito mau gosto e subestima a inteligência do nosso povo. Quem acha que o “PODER” pode e consegue tudo, inclusive convencer o povo, por mais surreal que seja a narrativa, muitas vezes ‘quebra a cara’! Humildade, verdade e ‘caldo de galinha’ fazem bem à vida, à convivência sadia e à boa política!”, publicou Roberto em suas redes sociais, nesta quarta-feira, 30.

Nesta terça, a justiça cearense decidiu negar pedido de liminar impetrada pelo PDT nacional para impedir a liberação de Evandro do partido. A decisão foi tomada pelo juiz Cid Peixoto do Amaral Neto, da 3ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, nesta terça-feira, 29. O diretório estadual do partido deu anuência para a saída de Leitão, mas o presidente nacional André Figueiredo adiantou que o diretório nacional iria judicializar o caso. “Não restou demonstrado o dano que possa ser causado ao partido promovente em seu diretório nacional, já que afirma que o diretório estadual anuiria com a saída do promovido e, uma vez, ocorrendo não se vislumbra a priori qual seria o efetivo prejuízo que o diretório nacional sofreria”, destacou o juiz.

No processo, André Figueiredo também questiona o presidente estadual interino da sigla, senador Cid Gomes. Figueiredo argumentou que a carta de anuência é resultado de um acordo político para que Evandro Leitão “possa iniciar uma peregrinação em busca por partido que melhor se adeque a seus interesses”.