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Prefeitura inaugura espaço de acolhimento para mães atípicas e crianças com TEA

Foto: Divulgação/Prefeitura de Fortaleza

Fortaleza ganhou, nesta terça-feira (16), um novo espaço de inclusão e acolhimento voltado a mães atípicas e crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O Espaço de Inclusão e Acolhimento (CipTea), inaugurado nesta terça-feira (16) na Regional 3, mas que vai ser expandido para as demais regionais ao longo de setembro, oferece suporte especializado e fortalece a rede de apoio social da cidade. No mesmo dia, também foi inaugurado o espaço na Regional 11.

O novo equipamento foi pensado para atender demandas específicas dessas famílias, ampliando as políticas públicas voltadas à inclusão e reafirmando o compromisso da gestão municipal em tornar Fortaleza mais acessível, justa e humana.

A cerimônia contou com a presença da primeira-dama, Cristiane Sales Leitão, que destacou a importância do espaço para a comunidade.

É esse olhar inclusivo que a gestão do nosso Prefeito Evandro Leitão está trazendo para toda a cidade. Daí a inauguração dessa sala do cuidado, dentro das regionais serão doze salas do cuidado, uma em cada regional, onde damos: amor, inclusão, sensibilidade, proteção e cuidado, afirmou Cristiane Leitão.

O secretário da Regional 3, Edilardo Eufrásio, reforçou que o espaço vai além do atendimento:

O CipTea simboliza empatia, respeito e compromisso com a inclusão”, Destacou o secretário.

A implantação do equipamento representa um avanço significativo nas políticas de atenção às pessoas com deficiência em Fortaleza, consolidando a cidade como referência em cuidado e acolhimento para essas famílias.

EQUIPAMENTO

As salas foram estruturadas para oferecer um ambiente acolhedor e adaptado às necessidades de crianças e adolescentes com TEA. Os espaços contam com mobiliário lúdico e brinquedos pedagógicos, que ajudam a proporcionar bem-estar e tranquilidade durante o atendimento.

O titular da Coordenadoria Especial de Apoio à Governança das Regionais, Osmar Baquit (PSB), reforçou que o projeto é fruto do compromisso da gestão municipal com a inclusão. “Não é somente a criança que precisa de um espaço assim, mas também a família, que merece ser recebida e acolhida com qualidade”, afirmou.

“A sala da Ciptea enriqueceu a experiência de atendimento para as nossas famílias atípicas. Hoje, não oferecemos apenas um serviço, mas um abraço acolhedor. De janeiro a agosto, já realizamos mais de 250 atendimentos e entregamos cerca de 100 carteirinhas”, ressaltou a secretária da Regional 8, Bá.