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Nome do Psol para o Ceará, Jarir afirma que pode apoiar Elmano caso Luizianne tenha vaga ao Senado pelo Governo 

Em vídeo publicado nas redes sociais, professor Jarir Pereira afirmou que tanto Psol como Rede podem rediscutir a estratégia no caso de Luizianne ter garantia como nome governista para a Câmara Alta do Congresso Nacional
Fotos: Divulgação

O pré-candidato do Psol ao Governo do Ceará, Professor Jarir, afirmou que poderia mudar a estratégia do partido e apoiar a tentativa de reeleição do governador Elmano de Freitas (PT) caso a chapa governista contemple a deputada federal Luizianne Lins (Rede) como um dos nomes definidos ao Senado. Rede e Psol são partidos federados, portanto, as decisões de uma legenda funcionam também para a outra.

Em vídeo publicado nas suas redes sociais, Jarir destaca que a decisão de a federação contar com uma pré-candidatura majoritária partiu do Diretório, devido a diferenças polícias com Elmano e com os nomes colocados como pré-candidatos para o Senado pelo Governo do Ceará, como Júnior Mano (PSB) e Eunício de Freitas (MDB).

“Até então, excluíam Luizianne. Se, agora, há garantias de que uma vaga ao Senado será da deputada, nosso diretório, que acontecerá em breve, poderá rediscutir a tática. Faremos isto em sintonia com a Rede”, acrescentou, destacando a possibilidade de apoiar Elmano.

Ainda durante o vídeo, Jarir afirma que o Psol vai enviar todos os esforços para eleger Luizianne senadora e eleger Lula (PT) como presidente. “Se para isso, necessitarmos ajustar a tática ao Governo e ao Senado, vamos com muita tranquilidade”, disse.

Conforme o pré-candidato ao Governo, o partido não se move por interesses individuais e nem busca negociar cargos. Ele frisou que a legenda se move “pelo que é melhor para a esquerda e para o povo cearense”. Segundo Jarir, atualmente, o melhor seria “derrotar a extrema-direita, Ciro Gomes e os bolsonaristas que estão com ele”.

O tucano Ciro Gomes (PSDB) é o principal nome da oposição de Elmano para o pleito deste ano. Ao seu lado, estão aliados a ele agentes políticos como o deputado federal André Fernandes (PL) e o ex-deputado federal Capitão Wagner (União Brasil).