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Cid reafirma apoio a Elmano: “Não conseguiria me olhar no espelho se não votasse e o apoiasse”

Segundo o senador, a unanimidade de prefeitos e deputados do PSB apoia a reeleição do petista no Ceará
Foto: Reprodução

O senador Cid Gomes (PSB) voltou a reafirmar apoio ao governador Elmano de Freitas (PT) na sua tentativa de reeleição neste ano de 2026. Durante evento em Santa Quitéria, na região norte do Estado, Cid disse que “não conseguiria me olhar no espelho se não votasse e apoiasse Elmano”.

Ele afirmou ser “óbvio e natural” que o PSB esteja ao lado de Elmano. Sobre o partido, aliás, o legislador destaca que, se fosse feita uma enquete junto a prefeitos e deputados, a unanimidade do partido iria defender a reeleição do petista.

“E eu, pessoalmente, faço um conceito do governador Elmano de que ele é uma pessoa séria, de palavra, e uma pessoa muito bem-intencionada e que tem espírito público”, opinou.

Como “pré-requisitos” para apoiar Elmano, ele elenca o posicionamento dos filiados e a sua opinião pessoal sobre o chefe do Executivo. “Pode ter certeza de que, se ele não tivesse esses pré-requisitos, eu, por mais que o partido quisesse, iria me abster.

Pré-candidatura de Ciro Gomes

Apesar do posicionamento firme, o nome do ex-governador vem sendo ligado, nos bastidores, a um possível apoio ao seu irmão Ciro Gomes (PSDB), que é pré-candidato ao Governo. Sobre isso, Cid disse que, para algumas pessoas, “pode parecer estranho” que não apoie o seu irmão, mas que não vai ter uma posição diferente da sua atual.

“Já faz quatro anos que a gente mantém essa posição. Lá atrás, teve divergência. Eu não concordei e, para não brigar com o Ciro, me recolhi”, lembrou.

O senador se referiu ao episódio em que, em 2022, o PDT lançou Roberto Cláudio como candidato ao Governo do Estado, e não o da então governadora Izolda Cela, o que instaurou uma crise no partido.

Segundo Cid, os quatro anos seguintes foram de “hostilidade” por parte do grupo dos então pedetistas que eram liderados por Ciro. “Hoje, foram para o PSDB, nem sei mais para onde foram, e eu me mantive coerente, sempre alinhado com o pensamento da maioria do meu partido, que acho que é o meu dever”, afirmou.