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Sancionada lei que coloca o Festival Halleluya no Calendário Oficial de Turismo do Brasil

A edição deste ano acontecerá de 23 a 27 de julho no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU), em Fortaleza. Entre as atrações confirmadas, estão padre Fábio de Melo, frei Gilson, Rosa de Saron, Guilherme de Sá, irmã Kelly Patrícia, Missionários Shalom, padre Marcelo Rossi e muito mais
O Festival Halleluya é considerado o maior festival de música católica da América Latina. Foto: Divulgação/ Comunidade Católica Shalom

A lei que inclui o Festival Halleluya no Calendário Turístico Oficial do Brasil foi sancionada na quarta-feira (11). A norma é oriunda do projeto de lei (2121/2022) de autoria do deputado federal cearense Danilo Forte (União Brasil).

Com mais de 25 anos de história, o Halleluya é considerado o maior festival de música católica da América Latina e, agora, oficialmente reconhecido como um evento de importância nacional para o turismo religioso e cultural. A sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e representa uma conquista para toda a comunidade católica, especialmente para a Comunidade Shalom, idealizadora do evento.

“Essa não é apenas uma vitória da fé, mas também da cultura, da juventude, da solidariedade e da economia criativa do nosso Nordeste. O Halleluya é um evento que evangeliza, transforma vidas e movimenta milhares de pessoas todos os anos. É uma honra tê-lo agora como patrimônio oficial do turismo brasileiro”, celebrou Danilo Forte.

IMPACTO SOCIAL

Realizado anualmente no mês de julho no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU), na capital cearense, o festival alia música, espiritualidade e ações sociais. Em edição mais recente, o Halleluya contou com mais de 40 atrações musicais, recebeu cerca de 1 milhão de pessoas, arrecadou 1,5 tonelada de alimentos, coletou mais de 860 bolsas de sangue e mobilizou 10 mil voluntários.

Com essa conquista, o Halleluya se fortalece não apenas como um evento de fé, mas também como vetor de turismo religioso, geração de emprego e renda, formação de jovens e promoção da paz e fraternidade.

Na avaliação de Danilo Forte, a nova lei reforça o papel do Festival Halleluya como exemplo de como a cultura religiosa pode ser aliada do desenvolvimento e da inclusão.