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Cid volta a defender Júnior Mano para o Senado; deputado fala na construção de sua pré-candidatura

Neste domingo (27), foi realizado Congresso Estadual do PSB, com a definição da nova Executiva do partido; Júnior Mano ganhou espaço com a eleição para segundo vice-presidente
Cid Gomes e Júnior Mano, em congresso do PSB neste domingo (27). Fotos: Felipe Barreto

O senador Cid Gomes (PSB) voltou a defender que o deputado federal Júnior Mano (PSB) seja candidato ao Senado Federal. Mesmo colocado por seus aliados como candidato à reeleição, Cid já afirmou não ter pretensão em disputar o pleito. Segundo o ex-governador, foi feito um compromisso ao seu correligionário de que, se o PSB tiver uma das duas vagas à Casa do Legislativo na chapa governista, o nome do partido seria o de Júnior Mano. Neste domingo (27), os pessebistas participaram de congresso para definir a composição do Diretório Estadual da sigla. 

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Para Cid, uma candidatura de Júnior Mano ao Senado, aliás, pode ajudar o PSB a fazer uma grande bancada de deputados federais, já que o seu correligionário é um dos parlamentares que possui o maior número de prefeitos aliados. Com a disputa ao Senado, seus aliados poderiam apoiar o nome de outros pessebistas. “Nenhum deputado tem tanta liderança, tantos prefeitos, como Júnior Mano. Isso mostra sua liderança, o tratamento que dispensa e a possibilidade de remanejar isso tudo”, afirmou.

Mano, por sua vez, afirmou que sua pré-candidatura ao Senado ainda precisa de diálogo. De acordo com ele, a partir dos meses de maio ou junho, serão realizados encontros com lideranças e a população para que sua pré-candidatura seja construída e, posteriormente, lançada. As falas ocorreram no Congresso Estadual do PSB, neste domingo (27). O deputado federal, aliás, ganhou espaço dentro da Executiva do partido, ao ser definido como segundo vice-presidente.

Além dele, no entanto, outros nomes aparecem como possíveis candidatos. O que mais tem articulado sua postulante é o deputado federal José Guimarães (PT), mas outras lideranças como Eunício Oliveira (MDB), Luizianne Lins (PT), Chiquinho Feitosa (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Chagas Vieira, aparecem como pré-candidatos.