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Evandro escolhe hospital no Conjunto Ceará para ser o primeiro requalificado em sua gestão

O objetivo é reabrir o hospital por completo, fechado em gestões anteriores
A iniciativa visa proporcionar mais conforto e segurança para pacientes e profissionais, diante da precariedade e das condições insalubres da estrutura física. Foto: Divulgação/Prefeitura de Fortaleza

Começa nesta sexta-feira (7) os trâmites para início das obras de requalificação do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), no bairro Conjunto Ceará, em Fortaleza. As primeiras ações serão a remoção de equipamentos e dos sete pacientes que se encontram internados na unidade. Os sete pacientes internados serão transferidos para o Hospital da Mulher. A unidade será o primeiro hospital da cidade contemplado com reforma na gestão do prefeito Evandro Leitão (PT).

Segundo a Prefeitura, a iniciativa busca proporcionar mais conforto e segurança para pacientes e profissionais, diante da precariedade e das condições insalubres da estrutura física. Além disso, a administração municipal pretende reabrir por completo o hospital, fechado em gestões anteriores, incluindo, na nova fase, a oferta de clínica médica.

“Nossa meta é reabrir a unidade, que foi fechada na gestão anterior. Vamos retomar a oferta de clínica médica neste hospital. Enquanto isso, os profissionais serão remanejados temporariamente para os demais hospitais da Rede Municipal de Saúde”, afirma Socorro Martins, secretária da Saúde de Fortaleza.

ATENDIMENTO

Para garantir a continuidade dos serviços do HNSC, profissionais e equipamentos serão transferidos para outras maternidades municipais, como o Hospital e Maternidade Zilda Arns (Hospital da Mulher), além dos Hospitais Distritais Gonzaga Mota, localizados nos bairros Barra do Ceará (Gonzaguinha da Barra), José Walter (Gonzaguinha do José Walter) e Messejana (Gonzaguinha de Messejana).

As obras serão executadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinf). De acordo com André Daher, secretário da pasta, o HNSC conta com mais de 4 mil m² de área inutilizada, apresentando riscos para profissionais e pacientes.

“A atual gestão se deparou com um quadro de quase total inutilização do hospital. Dos mais de 5.600 m² do hospital, apenas 1.300 m² estão sendo utilizados. Mais de 4.000 m² estão inutilizados e necessitam de reparos nunca realizados. Por isso, realizamos um levantamento para identificar o que precisa ser feito, a fim de entregar à população um hospital digno e em condições de uso”, destaca o secretário.