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Alece é uma das quatro instituições mais transparentes do Brasil, aponta levantamento

Além do Ceará, Espírito Santo, Goiás e Minas Gerais obtiveram a mesma avaliação.
Foto: Divulgação/Alece

A Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) foi uma das quatro do País com nível de transparência considerado “bom”, segundo levantamento da Transparência Internacional Brasil divulgado nesta quinta-feira, 25, sobre o Poder Legislativo de todos os estados brasileiros. Além do Ceará, Espírito Santo, Goiás e Minas Gerais obtiveram a mesma avaliação.

“Esse resultado mostra o compromisso que temos com a máquina pública e com a transparência. Nosso objetivo é fazer para, e com, a população. Ou seja, escutando sempre as demandas do povo. E ao termos responsabilidade com gastos, temos mais possibilidades de realizações“, destaca o presidente da Alece, deputado Evandro Leitão, durante sessão da Assembleia Itinerante em Icapuí, no Litoral Leste do Ceará.

Evandro Leitão acrescentou as diversas iniciativas que a Alece tem tomado nesse sentido, como o projeto “Assembleia Mais Transparente”, plataforma virtual lançada em dezembro de 2021, o novo portal do parlamento cearense, com destaque para a transparência, além do reforço na atuação da Ouvidoria e da modernização da gestão patrimonial. “O nosso Portal da Transparência, também aprimorado na nossa gestão, é uma ferramenta importante para a Casa e para a sociedade. Esses aperfeiçoamentos estão em constante evolução, para que possamos, cada vez mais, aprofundar a transparência da Assembleia Legislativa e levá-la para mais perto da população cearense”, afirmou o presidente.

A Alece tem realizado auditorias, como a do Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001 da Consultoria Técnica Legislativa e o Programa de Educação Continuada em Governança – 2022, que atendeu quase mil servidores no ano passado. Essas ações foram levadas em consideração na avaliação, pois a Transparência Internacional Brasil usou 62 indicadores que mediram mecanismos e práticas de transparência, de prevenção e combate à corrupção e de incentivo à participação popular.

Confira o ranking:

  • Bom (4): Distrito Federal (Câmara Legislativa), Espírito Santo, Minas Gerais e Ceará;
  • Regular (12): Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Bahia, Pernambuco, Rondônia, Santa Catarina, Maranhão, Pará e Roraima;
  • Ruim (8): Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Amazonas, Tocantins e Rio de Janeiro;
  • Péssimo (3): Piauí, Amapá e Acre.