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Suspeito de atirar em igreja antes da chegada de Michelle Bolsonaro é preso em Fortaleza

Pelas redes sociais, a primeira-dama comentou o caso
Foto: Rose Serafim

Um homem suspeito de efetuar um disparo com arma de fogo no muro de uma igreja no bairro Sapiranga, em Fortaleza, instantes antes da chegada da primeira-dama Michelle Bolsonaro no local, foi preso após ação da Polícia Militar do Ceará. A ocorrência foi registrada na noite de sexta-feira, 14, e ninguém ficou ferido. Michelle cumpriu agenda, ao lado da senadora eleita Damares Alves (Republicanos), em dois locais na Capital cearense ao longo desta sexta-feira.

Pelas redes sociais, a primeira-dama comentou o caso. “Esse é o lado que prega o ‘amor, a tolerância e a pacificação’… o meliante desrespeitou a instituição religiosa colocando a integridade física das pessoas que estavam próximas à igreja em risco. Estamos bem, graças a Deus!”, disse.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), o homem tem 22 anos, sem antecedentes criminais. Ele estava com um revólver calibre 38 e se apresentou como vigilante. Em depoimento, o suspeito não repassou nenhuma informação. O homem foi autuado por disparo de arma de fogo e foi liberado após pagamento de fiança.

Evento

Durante evento Mulheres com Bolsonaro, Michelle Bolsonaro buscou desmitificar ideias postas sobre o atual presidente que o afastam do eleitorado feminino. A fala de Michelle foi a última da noite. Ela começou se direcionando direcionando a familiares que se anunciaram presentes no evento. Contou só ter tido contato estabelecido com o pai cearense aos 22 anos e que, por isso, não conheceu muitos membros da sua origem crateuense.

“A gente quer continuar por vocês, tá”? Para que vocês tenham acesso, tenham medicação. Não é fácil a gente resolver o problema do Brasil em quatro anos. Até porque nós chegamos tendo que fazer uma faxina“, referindo-se ao ex-presidente Lula (PT), adversário do marido, Jair Bolsonaro (PL). “Nós somos a última barreira para o comunismo”, disse a primeira-dama.

“Eu falo para vocês que é uma guerra espiritual e eles estão com sangue nos olhos para voltar. Tantos rótulos colocaram no meu marido. Machista, misógino, fascista, taxista, eletricista. Homofóbico, genocida. Eu conheço o coração dele. É um homem extremamente forte, mas extremamente sensível. O homem que ficou 28 anos no Congresso e sabe lidar muito bem com a política.”

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