Voltar ao topo

21 de julho de 2024

No Ceará, Leite destaca trajetória do PSDB e tem diálogo com setor da saúde

A categoria articula aprovação no Senado do projeto de lei que cria o piso salarial nacional para a categoria.
Eduardo Leite ao lado de Chiquinho Feitosa. Foto: Reprodução/Facebook

Compartilhar:

O ex-governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), realizou palestra nesta quarta-feira, 22, na Assembleia Legislativa do Ceará, com a presença de lideranças e correligionários tucanos no Estado. Após o encontro, o ex-governador, que tenta viabilizar uma pré-candidatura à presidência, se reuniu com representantes de agentes comunitários de saúde. A categoria articula aprovação no Senado do projeto de lei que cria o piso salarial nacional para a categoria.

Participaram o ex-secretário de Saúde do Ceará, Dr. Cabeto, e a presidente da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias, Ilda Angélica Correia.

Também acompanhou Eduardo Leite o senador e principal liderança tucana no Ceará, que apoiou Eduardo Leite nas prévias do PSDB, Tasso Jereissati. “Quero agradecer ao amigo e referência para mim, na política e na gestão, que nos estimula a seguir na vida pública, que é o senador Tasso Jereissati”, iniciou o gaúcho, ao falar sobre sua experiência à frente do Governo do Rio Grande do Sul. “Governo não é estágio. Ninguém pode se eleger para aprender a governar. Tem que entrar sabendo o que precisa ser feito, ter clareza de governo. Tão importante quanto ganhar a eleição é ter um projeto”.

Durante fala, o ex-governador também ressaltou a trajetória do PSDB na vida política brasileira. “É um partido necessário no Brasil, que tem programa, visão de futuro, que tem os seus defeitos, por ser formado por homens e mulheres com seus feitos e defeitos, mas que ao longo dessa redemocratização do Brasil esteve em todas as eleições apresentando propostas para o País”, frisou Leite.

Acompanhe na íntegra:

Piso da Enfermagem

A votação do Projeto de Lei que trata do piso salarial da enfermagem (PL 2564/20) deve ser realizada no próximo dia 4 de maio. A informação foi anunciada pela deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) e confirmada pelo OPINIÃO CE, nesta terça-feira, 19. A definição se deu após reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Arthur Lira (PP-AL), e colegiado de líderes. A proposta teve a urgência aprovada pelo Plenário no dia 22 de março. Carmen Zanotto, que coordenou o grupo de trabalho sobre o impacto orçamentário, disse haver diversas fontes de financiamento para custear o aumento salarial.

“No mês de maio nós comemoramos a Semana Brasileira de Enfermagem e no dia 4 de maio estaremos aqui no Plenário da Câmara deliberando o projeto de lei do piso salarial da enfermagem”, disse à Agência Câmara.

O Projeto de Lei, do Senado Federal, objetiva instituir o piso salarial para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras. O texto, que está na Câmara, altera a Lei 7.498/86, que trata do exercício da profissão. Conforme a proposta, o valor mínimo nacional para os enfermeiros será de R$ 4.750 para serviços públicos ou privados. Nos demais casos, haverá proporcionalidade: 70% do piso dos enfermeiros para os técnicos de enfermagem; e 50% para os auxiliares de enfermagem e as parteiras.

A matéria prevê, ainda, a atualização monetária anual do piso da categoria com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e assegura a manutenção de salários eventualmente superiores ao valor inicial sugerido, independentemente da jornada de trabalho.

De acordo com dados do Conselho Federal de Enfermagem (Confen), o Brasil conta com mais de 2,6 milhões de trabalhadores ativos nos quatro segmentos da enfermagem, sendo 642 mil enfermeiros, 1,5 milhão de técnicos, 440 mil auxiliares e 440 parteiras. A entidade alerta, no entanto, que um mesmo profissional pode ter registro em mais de um segmento.

[ Mais notícias ]