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16 de julho de 2024

Ministra Marina Silva recebe alta hospitalar após ser internada com covid-19

Conforme orientação médica, a ministra deve permanecer em repouso domiciliar. Os trabalhos ministeriais estão previstos para serem retomados já na próxima semana
Foto: Reprodução / José Cruz/ Agência Brasil

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A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva (Rede) recebeu alta na manhã desta quarta-feira, 10, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo, onde estava internada desde o último sábado, 6, após testar positivo para a covid-19. Conforme orientação médica, a ministra deve permanecer em repouso domiciliar. Os trabalhos ministeriais estão previstos para serem retomados já na próxima semana.

Ainda conforme o hospital, Marina estava com o esquema vacinal contra a covid-19 completo, o que contribuiu para que seu quadro de saúde fosse controlado. A alta hospitalar foi assinada pelo cardiologista Sérgio Timerman, pela infectologista Tânia Mara Varejão Strabelli e pelo diretor da Divisão de Pneumologia do Incor, Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho.

Marina Silva tinha agenda para cumprir em São Paulo no último sábado, 6, quando relatou algumas dores no corpo. Após alguns exames médicos, foi confirmada a infecção por covid-19. Ainda no sábado, por meio do seu Twitter, a ministra afirmou estar com os sintomas sob controle e sendo bem assistida pelo Incor.

COVID

Na última sexta-feira, 5, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a covid-19 não configura mais emergência em saúde pública de importância internacional, após mais de 3 anos. Conforme a entidade, o vírus se classifica agora como “problema de saúde estabelecido e contínuo”.

Já no domingo, 7, em pronunciamento na cadeia de rádio e TV, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, reafirmou que mesmo com a declaração da OMS, “é hora de intensificar a vacinação e fortalecer os sistemas de vigilância, diagnóstico, assistência e vacinação. A dose de reforço para covid-19 é a forma mais eficaz e segura de proteger nossa população. Precisamos estar unidos pela saúde, em defesa da vida”.

Durante pronunciamento, Nísia lembrou que o Brasil perdeu 700 mil vidas durante o surto sanitário e agradeceu os cientistas e laboratórios que desenvolveram os imunizantes, além de fazer uma referência especial aos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS).

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