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Ceará deve ter máximas de 38 ºC e umidade com taxas de atenção até quarta-feira (30)

Os picos de temperatura são esperados nas macrorregiões da Jaguaribana, Cariri e Litoral Norte no período da tarde
Avenida Desembargador Moreira. Foto: Marcos Moura/ Prefeitura de Fortaleza

O Ceará deve manter máximas em torno dos 38 °C em determinadas áreas do Estado até a próxima quarta-feira (30), conforme previsão do tempo elaborada pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Devido ao tempo estável, os picos de temperatura são esperados nas macrorregiões da Jaguaribana, Cariri e Litoral Norte no período da tarde. Pelas manhãs, a tendência é de mínimas entre 17°C e 19°C em áreas de serra das macrorregiões do sul e noroeste do Estado.

Considerando que quanto maior a temperatura, menor a umidade, as áreas mais quentes poderão ainda apresentar taxas entre 20 e 30%. Lembrando que, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), é recomendado à população que evite a prática de exercícios físicos ao ar livre entre às 11h e 15h, e deve-se beber muita água, para a adequada hidratação corporal, principalmente idosos e crianças.

Típico desse período do ano no Ceará, a tendência é de manutenção das condições predominantemente estáveis, ou seja, com céu variando de parcialmente nublado a sem nuvens. Entretanto, ainda há chances de chuva isolada e passageira no Litoral de Fortaleza durante o período da manhã. Por fim, a Funceme indica que a velocidade máxima do vento deve variar entre 45 km/h e 60 km/h na faixa litorânea e nas regiões de serra.

TEMPO SECO

A gerente de Meteorologia da Funceme, Meiry Sakamoto, explica que a umidade e a temperatura do ar são inversamente proporcionais. Isso significa que nos horários com as maiores temperaturas, principalmente no início da tarde, é registrada a menor umidade relativa do ar, especialmente no interior do Estado. “Áreas interioranas apresentam umidade relativa do ar mais baixa quando comparadas ao litoral devido à continentalidade, ou seja, a distância do oceano. Além disso, contribuem as condições predominantemente mais secas do solo e da vegetação reduzindo a evapotranspiração para a atmosfera”, explica.