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Conselho aprova parecer técnico da Chapada do Araripe

Aprovação ocorreu durante 2ª Reunião Ordinária do Coepa, com participação de representantes da Universidade Regional do Cariri e...

Aprovação ocorreu durante 2ª Reunião Ordinária do Coepa, com participação de representantes da Universidade Regional do Cariri e outras instituições

Redação OPINIÃO CE
redacao@opiniaoce.com.br

Foto: Divulgação

O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural do Ceará (Coepa) aprovou na última quarta-feira, 9, o parecer técnico favorável aos estudos que versam sobre a Chancela Estadual de Paisagem Cultural Cearense à Chapada do Araripe.

A aprovação ocorreu durante a 2ª Reunião Ordinária do Conselho, com a participação de representantes da Universidade Regional do Cariri (Urca); Geopark Araripe; Fundação Casa Grande; Instituto Cultural do Cariri; Fecomércio; Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará); além dos e servidores da Secult e dos conselheiros do Coepa.

“Em seguida, vamos prosseguir com o processo administrativo e jurídico para a publicação do decreto, assinado pelo governador Camilo Santana, ainda em sua gestão. Acredito que para ele, como um menino e um homem do Cariri, será um grande momento para estar com este decreto sancionado”, ressaltou o secretário Fabiano Piúba em relação ao parecer.

A reunião teve como pautas também a aprovação da ata da reunião do dia 27 de janeiro de 2022 e a eleição de um representante do Coepa, entre outras. A apresentação do Território da Chapada e a proposta de salvaguarda em nível estadual e nacional, para que posteriormente seja encaminhada e solicitada a chancela para Patrimônio Mundial da Unesco, foram realizadas pelo professor José Patrício Pereira.

CANDATURA MUNDIAL
A pesquisadora Maria da Conceição Lopes apresentou a estrutura do processo de gestão para a candidatura mundial de Chancela Paisagem Cultural. “Parabenizo todos os conselheiros presentes, o senhor secretário e governador, por esta iniciativa pioneira em muitos países do mundo. Este aspecto pioneiro deve ser por nós destacado, pois cria instrumentos reais para gestão participativa e integrada de uma paisagem e de um território”, disse a professora, que destaca que o instrumento de gestão, efetivamente, pretende, antes de tudo, que “façamos da Paisagem uma estratégia de contribuição de melhor qualidade de vida.

Uma estratégia baseada na sustentabilidade e na autenticidade. Valorizar a paisagem local como fator identitário e estratégias para a competitividade territorial e a sua inclusão nos instrumentos de gestão territorial, adquire relevância acrescida pelas funções ambientais, de conservação da natureza e de turismo”, destaca a pesquisadora.

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