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PF interroga Mauro Cid sobre joias de Bolsonaro e tentativa de golpe de Estado

Essa é a sétima vez que o coronel prestou depoimento à Polícia Federal
Foto: Agência Brasil/Antônio Cruz

Por cerca de nove horas, o coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), prestou depoimento à Polícia Federal nesta segunda-feira (11), seguindo até a madrugada de terça-feira (12). O coronel é apontado como o articulador da emissão de cartões falsos de vacinação para covid-19 para o ex-presidente e seus familiares.

Além disso, outro inquérito investiga as suspeitas de que, com ajuda de assessores e pessoas próximas, Bolsonaro tentou se apropriar indevidamente de joias que, supostamente, recebeu de presente de autoridades públicas sauditas.

De acordo com o advogado do militar, Cezar Bittencourt, em entrevista à TV Brasil, foram esclarecidos desdobramentos relativos à suposta tentativa de golpe de Estado, porém o advogado não informou detalhes do que foi falado. O ex-ajudante de Bolsonaro, ainda, teve que responder sobre a continuidade da minuta do golpe, após receber relatórios que alegavam a seguridade das urnas.

Essa foi a sétima vez que Mauro Cid prestou depoimento à Polícia Federal. O coronel firmou acordo de delação premiada e passou a responder a todas as perguntas feitas nos últimos quatro interrogatórios.