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Fortaleza 300 anos: livro mostra o olhar feminino sobre a cidade

O livro reúne contos, crônicas, cartas e poemas, todos escritos por mulheres. O projeto é da Editora Uece.
O projeto do livro foi inteiramente realizado por mulheres. Foto: Reprodução / Redes Sociais

Será lançado, na próxima quinta-feira (21), o livro “Fortalezas: substantivo feminino plural”, que celebra os 300 anos da capital cearense, a partir de contos, crônicas, cartas e poemas, todos escritos por mulheres. O evento acontecerá a partir das 18h, na Biblioteca Pública Estadual do Ceará (Bece).

O lançamento será aberto ao público e contará com interação com as autoras e sessão de autógrafos.

A obra, editada pela Universidade Estadual do Ceará (Uece), reúne um conjunto poético de textos que têm como tema a cidade de Fortaleza. O trabalho foi escrito por mulheres que compartilham experiências em comum: nasceram, cresceram ou vivem há muitos anos na capital.

Além disso, o projeto envolve pessoas que integram a instituição, seja como discente, docente ou servidora técnico-administrativa. No livro, elas assumem diversos papéis, escritoras, editoras, organizadora, revisora, ilustradora, designer e fotógrafas. São diferentes gerações representadas.

A obra é organizada pela professora Vânia Vasconcelos, já os textos são das docentes Ana Cristina de Moraes, Cleide Amorim, Cleudene Aragão, Paula Brandão, Ruth de Paula, Sarah Diva Ipiranga, Sarah Forte e Socorro Pinheiro, além da técnico-administrativa Maria Thereza Leite e a estudante Vitória Andrade.

As autoras traduzem, em suas produções, memórias, sonhos, decepções, percepções e projetos sobre essa “cidade-mulher”, celebrando, juntas, seus 300 anos. Fortaleza, com suas curvas, praias e paisagens, já foi amplamente retratada por poetas e escritores, em sua maioria homens, e ganha, agora, uma versão inteiramente feminina.

Assinam também o trabalho a estudante Sarah Nicodemos, como ilustradora, Richelly Barbosa, pelo projeto gráfico e diagramação. O livro tem coordenação editorial de Cleudene Aragão e Nayana Pessoa e revisão textual de Eleonora Lucas.