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Fortaleza é a 1ª cidade do Brasil a adotar o uso das “Zebras” para segurança de ciclitas

As instalações começaram na Avenida da Universidade, no trecho entre as avenidas Eduardo Girão e Domingos Olímpio, com cerca de 1,5 km de extensão e faz parte da parceria com o programa internacional Bloomberg Initiative for Cycling Infrastructure (BICI)
A implantação é uma parceria com o programa internacional Bloomberg Initiative for Cycling Infrastructure (BICI).  Foto: Marcos Moura/ Prefeitura de Fortaleza.

Começou em Fortaleza, em fase experimental, a instalação de um novo elemento segregador para a proteção de ciclistas em vias urbanas da Capital. A cidade é a primeira do Brasil a adotar o uso das chamadas “Zebras”.

A implantação é uma parceria com o programa internacional Bloomberg Initiative for Cycling Infrastructure (BICI). 

As instalações começaram na Avenida da Universidade, no trecho entre as avenidas Eduardo Girão e Domingos Olímpio, com cerca de 1,5 km de extensão.

Conforme a Prefeitura de Fortaleza, o equipamento foi projetado para suportar impactos de diferentes ângulos sem se deslocar, por conta do sistema de fixação firme e eficiente. A resistência garante então durabilidade sem comprometer a estabilidade.

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O formato arredondado evita quinas que possam causar acidentes em caso de contato. Já a superfície antiderrapante oferece maior aderência.

Outro ponto fundamental é a visibilidade. O separador conta com faixas refletivas que facilitam a identificação tanto de dia, como à noite, permitindo que motoristas percebam melhor o espaço destinado às bicicletas.

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ÁREA VERDE PARA CICLISTAS

Já na última segunda-feira (22), foram também iniciadas ações de arborização de ciclovias em Fortaleza. Como anunciou o prefeito Evandro Leitão (PT), serão 2 quilômetros (km) na Avenida Dom Luís e 4 km na Avenida Coronel Carvalho, na Barra do Ceará.

A intervenção também integra o programa Bloomberg Initiative for Cycling Infrastructure e deve ser concluída até 30 de novembro deste ano.

Com as medidas, conforme o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos (SCSP), Francisco José de Abreu Machado, já há levantamentos que mostram que, com a arborização, uma ciclofaixa pode abaixar até 20 graus Celsius. “Uma ciclofaixa sem árvores está em torno de 51°C. Se colocar árvore nessa ciclofaixa, baixa para 31°C”, destacou.