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14 de julho de 2024

Eleição tem forte ligação com a economia

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A Federação da Agricultara do Ceará (Faec) tem, entre seus componentes, dirigentes de sindicatos patronais e empresários do agronegócio. Também participam produtores que não se consideram dentro do movimento político do setor, mas que se opõem ao PT. Outros seguem a política petista. Aderir ao antilulismo não significa ser bolsonarista. Os empresários gostam da pauta liberal, hoje, adotada no Brasil. Em meio ao debate sobre Agronegócio, existe a agricultura familiar, maior fonte de energia política para o ex-presidente Lula, principalmente em regiões mais pobres como o Norte, Nordeste, parte do Centro-Oeste e Minas Gerais.

Foto: Divulgação/Faec

A maioria dos empresários não quer saber de um provável apoio ao candidato Lula ou a qualquer outro que defenda bandeiras sociais. A do agronegócio é a do livre mercado. Ciro (PDT), Lula e Bolsonaro (PL) pensam diferente. O eleitor terá que optar pelos projetos deles, caso não apareça uma terceira via. O Brasil vive uma onda de preços altos nos alimentos essenciais, o que provocou uma onda inflacionária descontrolada e levou o País à inflação acima de dois dígitos.

O consumidor está deixando mais dinheiro para levar bem menos alimentos para casa. A gasolina, o diesel e o gás turbinaram a inflação, juntamente com os altos preços de frango, carne, ovos, arroz, feijão e produtos derivados do trigo. O debate da sucessão presidencial terá pautas voltadas para o custo de vida. Os candidatos terão que apresentar propostas capazes de construir soluções para o setor produtivo e a quem fica do lado de fora do balcão, o consumidor. Não se pode, em momento algum, colocar produtor e consumidor em conflito. O Estado existe para mediar conflitos de interesses e buscar soluções, para que todos possamos conviver em harmonia.

A importância da eleição está na possibilidade do eleitor escolher o melhor projeto, fugindo dos radicalismos, comuns aos tempos de hoje. Entidades como a Faec, dirigida por Amílcar Silveira, empresário produtor de proteína no sertão de Quixadá, ganham importância. A entidade precisa ter direito a sentar na mesa dos governos federal, estadual e municipal. São eles que dão início ao processo produtivo que chega à mesa dos trabalhadores. Como encontrar caminhos é a proposta colocada por Amílcar Silveira, que prepara a pauta para dialogar com candidatos.

A cota do MP no judiciário

Na terça-feira, 19, o Ministério Público vai escolher quem o representará no Judiciário. Serão dois desembargadores da cota do MP. As pesquisas apontam para as indicações de Ângela Gondim e Joseana França.

O vice

Hoje, na agenda da sucessão, dentro da aliança do PDT, Domingos Neto seria o vice e Domingos Filho o candidato a deputado federal. A tese é dos deputados. O PSD já anunciou que quer a vice, com Domingos Filho.

Os vices

O União Brasil tenta um vice de pesos político e financeiro. Estão sendo procurados Luiz Girão, Oscar Bezerra e Gilmar Bender. As conversas envolvem empresários, presidentes de entidades e, claro, políticos.

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