Tem início, nesta quarta-feira (18), a operação comercial do Complexo Fotovoltaico Arapuá, no município de Jaguaruana, no Vale do Jaguaribe. O empreendimento é o maior de geração solar centralizada da Kroma Energia.
O complexo reúne quatro usinas que, juntas, totalizam 248 MWp de capacidade instalada e 200 MW de potência. O funcionamento do complexo foi autorizado nesta terça-feira (17) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Em um investimento de mais de R$ 705 milhões, o projeto, conforme a companhia que completa 18 anos em 2026, representa um marco na sua trajetória. “Trata-se do maior complexo solar já desenvolvido pela companhia, tanto em capacidade quanto em complexidade técnica e estruturação do projeto”, informou a empresa.
A Aneel já havia autorizado o início da operação em testes das usinas, etapa antecedente à entrada em operação comercial, em janeiro de 2026.
Segundo Rodrigo Mello, empresário e fundador da Kroma, a conclusão do Complexo Arapuá ocorre em um momento relevante para o setor elétrico.
“O mercado vive uma fase de maior racionalidade, em que projetos bem estruturados, com escala e planejamento de longo prazo ganham ainda mais relevância. Arapuá é resultado dessa visão e reforça a importância de ativos sólidos para garantir segurança e previsibilidade ao sistema”, afirmou.
A obra foi executada pela WEG, empresa parceira da Kroma, com entrega realizada um ano após o seu início.
Para Alexandre Guerra, gerente de projetos da Kroma Energia/Arapuá, a entrega do complexo dentro do prazo é reflexo da coordenação entre planejamento e execução.
“Trata-se de um projeto de grande porte, com desafios logísticos e técnicos relevantes. A conclusão dentro do cronograma demonstra a eficiência da estrutura montada e o alinhamento entre todas as frentes envolvidas na obra”, destacou.
