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Com Ronaldo Lemos, FIEC promove debate sobre IA, inovação e futuro da indústria

A palestra contou com apoio do IEL, SESI e SENAI Ceará, além do SEBRAE/CE, e integra uma estratégia mais ampla, liderada pelo presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, para impulsionar a transformação digital do setor
Foto: Fiec/Divulgação

Na última quinta-feira (31), a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) promoveu a palestra “Inteligência Artificial: Aplicabilidade e Impactos para a Indústria”, conduzida pelo advogado e especialista em tecnologia Ronaldo Lemos, que destacou como a IA tem se tornado uma exigência para a competitividade industrial e não é mais apenas uma tendência.

Realizada na sede da FIEC, a iniciativa reuniu empresários, dirigentes sindicais e representantes de diversas áreas da indústria cearense em uma noite de imersão prática, reflexão crítica e troca de experiências.

A palestra contou com apoio do IEL, SESI e SENAI Ceará, além do SEBRAE/CE, e integra uma estratégia mais ampla, liderada pelo presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, que busca impulsionar a transformação digital do setor.

O evento marcou ainda o lançamento oficial do plano de cultura de IA do Sistema FIEC, voltado à qualificação de equipes, definição de normas e incorporação responsável de soluções tecnológicas.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA PRÁTICA

Responsável pela abertura do evento, o primeiro vice-presidente da FIEC, Carlos Prado, destacou o caráter prático da iniciativa, e da participação de Lemos.

“A gente ouve falar muito de inteligência artificial, vemos muita notícia, mas ele vem nos apresentar o que é IA na prática, para que se torne mais assimilável para todos nós, principalmente para aqueles que ainda não estão utilizando”, pontuou.

Para a superintendente do IEL Ceará, Dana Nunes, que está à frente da transformação digital no Sistema FIEC, a jornada institucional rumo à IA vem sendo construída com base sólida.

Conforme a gestora, a mudança vem por meio do mapeamento de processos, engajamento das equipes e decisões orientadas pela cultura organizacional, e não por modismos tecnológicos.

“Adquirir tecnologia por adquirir pode ser um tiro no pé. Primeiro, é preciso estabelecer uma cultura, ter liderança comprometida e só então partir para a tecnologia”, destacou.

O evento também contou com a presença de lideranças empresariais e sindicais, como o ex-presidente da FIEC e presidente do Sindtrigo, Roberto Macêdo; o CEO do Grupo J. Macêdo, Amarílio Macêdo; além de diretores, conselheiros e presidentes de sindicatos industriais como Carlos Rubens Alencar, diretor financeiro adjunto da FIEC e presidente do Simagran.

Estiveram presentes também José Antunes Mota, diretor da FIEC e presidente do Sindilacticínios; Benildo Aguiar e André Siqueira, diretores da FIEC; Marcos Montenegro, conselheiro fiscal da FIEC e presidente do Sindialgodão; e Pedro Alfredo Neto e Roberto Ramos, respectivamente conselheiro fiscal e conselheiro fiscal suplente da FIEC.