Menu

PIB do Ceará registra crescimento de 6,49% em 2024; é o melhor crescimento desde 2010

A informação foi divulgada pelo governador Elmano de Freitas (PT) nesta quarta-feira (26)
Foto: Nivia Uchoa/ Governo do Ceará

O Ceará registrou um aumento de 6,49% no seu Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, quase o dobro do PIB do Brasil, que foi de 3,4%. A informação foi divulgada pelo governador Elmano de Freitas (PT) nesta quarta-feira (26), por meio das redes sociais. Conforme o gestor, o resultado da produção cearense no ano passado foi o melhor crescimento desde 2010 e o quarto melhor desde 2003.

“O Ceará desponta como um estado que cresce economicamente. Crescer o PIB é aumentar a produção de tudo o que o Ceará produz. Quando a gente aumenta a produção, significa que a empresa contrata mais pessoas, investe em tecnologia e maquinário. Estamos ganhando em produtividade, emprego e oportunidade para o nosso povo”, frisou.

O PIB é composto por três setores: Serviços, Indústria e Agropecuária. No Ceará, a Agropecuária alcançou 25,16%; a Indústria, 10,65%; e Serviços, 4,28%. Na oportunidade, o governador também pontuou o investimento público. “[Em 2024] foi o maior investimento nominal da história do Estado, quase R$ 4 bilhões de investimento. Isso é obra, é estrada, é escola, é hospital, tudo isso tem gente trabalhando”, completou.

PIB

Além do Ceará, mais 11 estados brasileiros realizam o cálculo do PIB, indicador que mostra a tendência do desempenho da economia no curto prazo: Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo, que utilizam a mesma ponderação das Contas Regionais. É calculado com base nos resultados dos três setores, agropecuária, indústria e serviços, e desagregados pelas respectivas atividades econômicas.

Como indica somente uma tendência de crescimento ou arrefecimento da economia, os analistas ressaltam que as informações e resultados são preliminares e sujeitos a retificações, quando forem calculadas as Contas Regionais definitivas, em conjunto com o Institut0 Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e as 27 unidades da Federação.