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Ceará tem segunda menor taxa de desemprego do Nordeste no primeiro trimestre

Destacam-se os resultados dos setores de alojamento e alimentação (29 mil) e transporte, armazenagem e correio (22 mil)
Foto: Prefeitura de Fortaleza/Divulgação

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada no último dia 17 de maio, reforça o cenário positivo de emprego e renda no Ceará: a taxa de desemprego reduziu de 9,6% para 8,6% da força de trabalho local. A comparação é entre o primeiro trimestre de 2023 e o mesmo período de 2024. Com o resultado, o o Ceará se destaca como a segunda menor taxa de desemprego do Nordeste, atrás apenas do Maranhão (8,4%). De acordo com os indicadores apresentados, o contingente de ocupados foi estimado em 3,57 milhões de pessoas, um incremento de 48 mil pessoas no intervalo e um dos melhores resultados para o primeiro trimestre do ano.

Destacam-se os resultados dos setores de alojamento e alimentação (29 mil) e transporte, armazenagem e correio (22 mil). Os dados revelam ainda redução de 35 mil pessoas no número total de desempregados, sendo estimado em 338 mil pessoas.

“Os dados mostram que o Estado do Ceará segue em uma trajetória de crescimento da economia e, por consequência, no crescimento da oportunidade emprego e renda para o povo cearense”, aponta o secretário do Trabalho, Vladyson Viana. “Na taxa de desocupação, tivemos uma redução de 1% quando comparamos com o mesmo período de 2023. Essa redução representa mais de 48 mil trabalhadores que entraram na categoria de ocupação, que tem uma atividade de renda e de emprego“, disse.

Outro dado “importante”, conforme o titular, diz respeito ao índice de desalento, quando o trabalhador está desempregado e perde a esperança de buscar a oportunidade de emprego.

“Com esse crescimento da economia, crescimento de oportunidade, esse trabalhador que estava na condição de desalento volta a acreditar na possibilidade de construir emprego. Então, nós tínhamos uma redução de 5% na comparação ao mesmo período do ano anterior. Ou seja, mais de 15 mil trabalhadores voltaram a buscar oportunidade de emprego, voltaram a acreditar na economia e no mercado de trabalho cearense“, finaliza.