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Perse: Receita Federal regulamenta uso dos benefícios do programa criado na pandemia

Conforme dados da PAS de 2020, 59.835 empresas do segmento de serviços fecharam as portas no primeiro ano de pandemia no Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os prejuízos suportados pelas empresas que deixaram de exercer, total ou parcialmente, suas atividades durante o período de calamidade pública lastreará efeitos na economia brasileira até 2045, de acordo estudo divulgado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

Conforme dados da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) de 2020, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 59.835 empresas do segmento de serviços, mais especificamente aqueles de hospedagem, alimentação, atividades recreativas e culturais, serviços pessoais e ensino continuado, fecharam as portas no primeiro ano de pandemia no Brasil.

Soma-se a isso os 467.882 postos de trabalho que foram fechados.Este setor representa aproximadamente de 63% do PIB brasileiro e 68% do emprego, e chegou a apresentar uma redução de 21,3% do número de trabalhadores nos ramos de hospedagem e alimentações em comparação com 2019, período pré-pandemia, o que significa uma redução de 1,2 milhão de vagas de emprego.

A título comparativo, no período que antecedeu a pandemia, essas atividades apresentavam crescimento médio de 5,3% ao ano. Sensível a esse cenário, o Congresso Nacional editou a lei do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), por meio do qual diversos benefícios foram criados para auxiliar empresas brasileiras no período, como hipótese de indenização (ainda aguardando regulamentação), parcelamento especial e redução da carga tributária. (Estadão Conteúdo)

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