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Por energia e gasolina, IPCA da RMF fica como mais alto do Brasil

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de maio deste ano na Região Metropolitana de Fortaleza foi de...

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de maio deste ano na Região Metropolitana de Fortaleza foi de 1,41%, 0,43 ponto percentual acima da taxa de 0,98%, de abril

Maracanaú, uma das cidades da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) (Foto: Natinho Rodrigues)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio deste ano na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) foi de 1,41%, 0,43 ponto percentual (p.p.) acima da taxa de 0,98%, de abril – a alta na RMF foi puxada por energia elétrica (6,97%) e gasolina (2,19%).

A taxa é a maior do País para o mês, sendo 0,94 p.p. maior que o índice nacional (0,47%). No ano, o IPCA acumula alta de 5,96% e, nos últimos 12 meses, de 11,89%, acima dos 11,56% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

As informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em maio. A maior variação veio do grupo habitação, com alta de 2,59%, seguido por transportes, com 2,20% de aumento, comunicação, com 1,30%, e alimentação e bebidas, com 1,14%. Os demais grupos ficaram entre o 0,92% de Saúde e cuidados pessoais e o 0,02% de Educação.

No grupo habitação (2,59%) a maior alta foi na energia elétrica residencial (6,97%). No grupo transportes (2,20%), os maiores índices registrados foram no gás veicular (18,05%), nas passagens aéreas (17,64%), e no táxi (5,20%). A gasolina teve alta de 2,19%.

No grupo alimentação e bebidas, os aumentos foram maiores nos itens cebola (26,88%), manga (20,73%), carne de porco (6,97%), caldo concentrado (6,49%), carne de carneiro (5,58%), queijo e farinha de mandioca (ambos com 4,42%), presunto (3,92%), patinho (3,89) e frango inteiro (3,88%).

O Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor (SNIPC) produz contínua e sistematicamente o IPCA, que tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo, referentes ao consumo pessoal das famílias.

O IPCA abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, enquanto o INPC as famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. Acesse os dados no Sidra..

INFLAÇÃO A FAMÍLIAS DE RENDA MAIS BAIXA CAI
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda até cinco salários mínimos, teve inflação de 0,45% em maio. Ela ficou abaixo da observada em abril (1,04%) e em maio de 2021 (0,96%). O INPC acumula inflação de 4,96% no ano e de 11,90% em 12 meses, abaixo dos 12,47% de abril.

Em maio, o INPC foi menor que a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): 0,47%. Nos acumulados do ano e de 12 meses, o IPCA teve percentuais menores: 4,78% e 11,73%, respectivamente.

Em maio, os produtos alimentícios tiveram inflação de 0,63%, abaixo dos 2,26% de abril. Já os não alimentícios registraram alta de preços de 0,39%, percentual inferior ao de abril: 0,66%. (Com Agências)

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