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Relatório do TCE-CE sobre gestão estadual se mantém com média estável de 2019 a 2020

Média atual aponta estabilidade nos dois últimos exercícios, uma vez que, na versão anterior do documento, relacionado a...

Média atual aponta estabilidade nos dois últimos exercícios, uma vez que, na versão anterior do documento, relacionado a 2019, a taxa foi de 0,56

Redação OPINIÃO CE
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Plenário do TCE-CE realizou julgamentos entre fevereiro e março deste ano (Foto: Natinho Rodrigues)

Denominado Índice de Efetividade da Gestão Estadual (Iege), o relatório 2021 feito pelo Tribunal de Contas do Ceará (TCE-CE) aponta média de 0,59 com relação à avaliação da “qualidade dos meios empregados para se alcançar, de forma abrangente, a efetividade da gestão estadual, considerando, sobretudo, os aspectos do bem-estar social.”

A média atual aponta estabilidade nos dois últimos exercícios, uma vez que, na versão anterior do documento, relacionado a 2019, a taxa foi de 0,56. O índice, que faz referência a 2020, coloca os dados no resultado C+, que significa em fase de adaptação.

As demais escalas são A (altamente efetiva); B+ (muito efetiva); B – (efetiva); e C (baixo nível de adequação). O Iege apresenta visões da gestão pública para sete dimensões da execução do orçamento público estadual: educação, saúde, planejamento, gestão fiscal, segurança pública, meio ambiente e desenvolvimento econômico.

A ferramenta objetiva, entre outros pontos, reforçar a importância do zelo com o gasto de recursos públicos. A análise, relatada pela conselheira Patrícia Saboya, foi aprovada por unanimidade pelo colegiado do tribunal, em sessão virtual. Foram enviadas cópias do documento ao Governado do Estado e às secretarias estaduais responsáveis pelo preenchimento dos questionários para apuração do índice, afirma o TCE-CE.

PROPOR MELHORIAS
O relatório, com os resultados consolidados do Iege 2021, apresenta um conjunto de oportunidades de melhoria, a partir de fragilidades ou deficiências apontadas em cada das dimensões analisadas. Essas oportunidades de melhoria deverão ser implementadas no intuito de aprimoramento de processos de trabalho e controles e/ou melhoria de indicadores socioeconômicos, como também poderão orientar as ações de controle externo no âmbito da Corte.

As sete dimensões do levantamento foram avaliadas mediante a aplicação de questionários eletrônicos, totalizando 813 quesitos, seguindo a metodologia proposta no âmbito da Rede Nacional de Indicadores Públicos (Rede Indicon). O cálculo geral do Iege perfaz o somatório dos índices apurados em cada dimensão, sendo atribuídos pesos de 20% aos segmentos iEDUC, i-SAÚDE e i-SEGP; e 10% para o i-AMB, i-DES, i-PLANEJ e i-FISCAL.

À reportagem, o TCE-CE afirmou que os julgamentos dos relatórios citados neste conteúdo ocorreram entre os meses de fevereiro e março deste ano.

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