Um total de 14 deputados estaduais, considerando titulares e suplentes, protocolaram uma ação de desfiliação por justa causa contra o PDT Ceará. Conforme o documento, eles sofreram com grave discriminação política pessoal e mudança substancial do programa partidário. “Perseguição implacável, gestão autocrática e egoísta focada em interesses pessoais, oscilando entre arbitrariedades e evidentes atentados à democracia ao não aceitar decisões judiciais que estão em pleno vigor”, diz trecho da nota que aponta a gestão do atual presidente do Diretório Nacional, André Figueiredo, como o epicentro do embate.
“Os autores desta ação foram alvos de uma perseguição implacável, orquestrada pelo Sr. André Figueiredo e seus aliados, que abandonaram qualquer pretensão de aderência aos princípios programáticos do partido, entregando-se a uma gestão autocrática e egoísta focada em interesses pessoais, oscilando entre arbitrariedades e evidentes atentados à democracia ao não aceitar decisões judiciais que estão em pleno vigor, além das deliberações da maioria dos membros do Diretório Regional legitimamente eleitos”.
Confira a lista de deputados:
- Osmar Baquit;
- Romeu Aldigueri;
- Osmar Baquit;
- Oriel Filho;
- Marcos Sobreira;
- Lia Gomes;
- Jeová Mota;
- Salmito Filho;
- Helaine Coelho (suplente);
- Guilheme Landim;
- Guilherme Bismarck (suplente em exercício);
- Bruno Pedrosa (suplente em exercício);
- Antonio Granja (suplente em exercício);
- Tin Gomes.
Na ação, de 76 páginas, são citados episódios como rompimento de alianças antigas nas eleições de 2022, o acordo para levar o senador Cid Gomes ao comando do diretório estadual e a intervenção da Executiva Nacional do diretório estadual. A ação é assinada pelos advogados André Xerez, Hélio Parente, Luciana Carneiro e Paula Alencar, Leonardo Vasconcelos e Cássio Pacheco.
